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Ainda os vouchers: mais um mero equívoco?

TVI diz que PJ tem indícios de corrupção desportiva contra o Benfica

Rui Gomes, em 02.03.20

A TVI avança que a Polícia Judiciária tem fortes indícios de corrupção desportiva contra o Benfica no caso dos 'Vouchers'.

Numa reportagem do Jornal das oito deste domingo, a TVI avança que a PJ descobriu que 'vouchers' oferecidos pelo Benfica a árbitros não eram apenas de 35 euros e que, nalguns casos, chegaram aos 600 euros, já que os mesmos estendiam-se a pessoas da intimidade dos árbitros, observadores e assistentes.

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A estação avança que a investigação fez um levantamento da facturação do restaurante Museu da Cerveja onde a conta das refeições terá andado entre os 500 e 600 euros.

Na investigação da PJ que a TVI teve acesso, alguns 'kits Eusébio' oferecidos pelo Benfica a árbitros ultrapassaram os 245 euros, montante definido pela UEFA como sendo o limite.

O caso original já foi arquivado na justiça desportiva mas continua no Ministério Público, juntamente com o caso dos emails, que alegadamente configuravam um esquema do clube da Luz para controlar a arbitragem.

Reacção do Benfica através de comunicado:

"A respeito de uma peça divulgada na TVI ("Benfica e Arbitragem"), promovendo o jornal de domingo às 20h00, o SL Benfica torna público que não foi notificado de nenhuma "conclusão do Ministério Público" relativamente a qualquer inquérito judicial que esteja em curso.

Aliás, não deixa de ser muito curioso e significativo o timing desta peça. Aquele inquérito está, como é sabido, sujeito a segredo de justiça, pelo que o SL Benfica reservará qualquer actuação para o momento e local próprios.

Mais aproveita o SL Benfica para relembrar que no designado caso dos 'vouchers', a que parece aludir a TVI, todas as decisões processuais de instâncias nacionais e internacionais até agora conhecidas concluíram pelo arquivamento do processo".

publicado às 02:33

 

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Um artigo da autoria de Carlos Rodrigues Lima, revista Sábado, em que alega que quatro dias antes de prestar depoimento na Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga sobre o caso dos vouchers, o presidente do clube da Luz, Luís Filipe Vieira, muito provavelmente já saberia o que é que os árbitros testemunharam acerca daquela matéria:

 

Depois da Liga ter aberto um inquérito, em Outubro de 2015, resposta preparada pela APAF para os árbitros chegou a Paulo Gonçalves a 7 de Novembro. Luís Filipe Vieira prestou declarações quatro dias depois.

 

"Quatro dias antes de prestar depoimento na Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga sobre o caso dos vouchers, o presidente do Sport Lisboa e Benfica, Luís Filipe Vieira, muito provavelmente já saberia o que é que os árbitros testemunharam acerca daquela matéria. Tudo porque no mesmo dia em que a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol enviou para os associados uma "resposta-tipo" para ser entregue à CIIL, o documento chegou a Paulo Gonçalves, assessor jurídico da SAD do Benfica.

 

De acordo com a reconstituição feita pela SÁBADO, depois de, em Outubro de 2015, a CIIL ter aberto um inquérito ao caso, denunciado pelo presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, a APAF enviou, a 7 de Novembro, para árbitros, árbitros assistentes, segunda categoria, estagiários e observadores uma "sugestão de resposta" à CIIL.

 

"Os árbitros e assistentes solicitaram à APAF aconselhamento jurídico, no seguimento de um pedido da Comissão de Inquéritos da Liga", explicou à SÁBADO José Fontelas Gomes, então presidente da associação, actual presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol.

O referido documento chegou naquele mesmo dia ao email de Paulo Gonçalves, que o reencaminhou para Ricardo Costa, consultor da Abreu Advogados e antigo presidente da Comissão de Disciplina da Liga. No processo dos vouchers, Luís Filipe Vieira prestou declarações na CIIL a 11 de Novembro de 2015.

 

Na passada sexta-feira, a SÁBADO enviou pedidos de esclarecimento a Ricardo Costa e Paulo Gonçalves. O primeiro optou por não responder. O assessor jurídico do Benfica fez saber, segunda-feira à noite através do director de comunicação, Luís Bernardo, que responderia, caso as suas declarações fossem publicadas na íntegra. A SÁBADO comprometeu-se a publicá-las na sua totalidade no site, o que foi recusado por Luís Bernardo".

 

publicado às 13:09

 

 

publicado às 18:55

 

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O Tribunal Arbitral do Desporto deu esta semana uma vitória ao Sporting no chamado ‘caso dos vouchers’, ao proceder ao arquivamento da queixa apresentada pelo Benfica das críticas de Bruno de Carvalho.

O tribunal esclarece que Bruno de Carvalho agiu dentro da lei, explicando porquê: "Tem o direito à crítica, ao abrigo da liberdade de expressão, não tendo ultrapassado os limites, tratando-se de pessoas públicas. Numa esfera pública, a crítica é mais tolerada do que se fosse dirigida a um cidadão normal". Assim, considera que o Conselho de Disciplina da FPF "decidiu bem, não merecendo censura, uma vez que não há a violação de qualquer norma jurídica".

Apesar de não encontrar nada de condenável nas declarações de Bruno de Carvalho, o colectivo de juízes – composto por Leonor Chastre (presidente), Luís Lucas Pires, Sérgio Castanheira e João Pedro Miranda – teceu algumas considerações à atitude do presidente do Sporting.
 
Passa-se a citar: "O estilo repetitivo e exagerado das afirmações proferidas, faz parte de uma personalidade com uma concepção de urbanidade ‘sui generis’, eventualmente censurável no plano da vivência e da convivência social, mas não para além desse plano. É um comportamento censurável, eticamente, mas não ferido de ilegalidade".
 
Uma consideração que visa sublinhar que não se trata de uma apreciação sobre a maneira de ser de Bruno de Carvalho, mas sim uma referência ao processo em curso.
 

publicado às 05:01

 

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Até pode ser que Pinto da Costa esteja limitado pela idade, todos mais tarde ou mais cedo acabamos por estar. Mas também pode ser estratégia, pois continua a ser uma velha raposa. Por outro lado, Pinto da Costa, conhece os meandros do futebol como ninguém e sabe que ainda está chamuscado por casos de arbitragem. Portanto é natural que se afaste dessas polémicas.

 

E com todo o respeito pelas opiniões expressas, eu considero que nesta questão de estabelecer influências não há inocentes. No nosso Sporting, se for possível criá-las, não me parece que sejam enjeitadas. Temos um exemplo bem recente de um membro da direcção anterior, embora concretizado de forma grosseira e muito ingénua.


Bruno de Carvalho apareceu na praça como o grande moralizador, mas apenas de fachada. É impossível que alguém queira, como "outsider", mudar uma realidade muito complexa. O estabelecimento de redes de influência, criticável, mas generalizada, exige muita inteligência, alguma paciência, e nunca se faz através de "sound bites" na praça pública.


Sobre a questão dos "vouchers" em concreto, percebo que os sportinguistas queiram alimentar o assunto com o intuito de descredibilizar a direcção do rival. E considero que se cometeram ilícito, devem ser castigados. Cabe às instâncias adequadas actuar em conformidade. Sem pôr em causa a liberdade que todos temos de manifestar opinião soube o que nos aprouver, prefiro a rivalidade que existe dentro das quatro linhas. Talvez porque já esteja afectado pela marcha inexorável do tempo.

 

                                                                                                                   Nação Valente

 

publicado às 11:15

Quando a mediocridade entoa o dia

Rui Gomes, em 01.04.16

 

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O mais recente episódio de mediocridade entre as partes teve o seu início - se é que há um início - pela divulgação de um suposto passatempo de Sporting a oferecer vouchers para refeições a adeptos, com clara referência aos já notórios vouchers do Benfica.

 

O palrador de comunicação do clube da Luz não perdeu pela demora e, na sua conta pessoal no Twitter, disse "Espero que paguem, que não seja outro caso da Doyen !" 

 

E, como era de esperar, surge  o Sporting a ripostar: “Ministro da propaganda fala de dívidas... É agora que explica os 2,8M que não pagou?”, remetendo para uma notícia de 2015 relativa à empresa Parceiros de Comunicação, onde João Gabriel ocupa o cargo de director geral. Aí, é referido a solicitação de um Processo Especial de Revitalização por parte da consultora junto da secção de Comércio da Comarca de Lisboa.

 

Uma simples pergunta: Até que ponto pretendem levar esta incessante e indecorosa onda de mediocridade ?

 

publicado às 09:09

Arquivamento do caso "vouchers"

Rui Gomes, em 23.03.16

 

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O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol não deu razão nem ao Sporting nem ao Benfica e manteve a decisão da Comissão de Instrução e Inquéritos da Liga em arquivar o caso "Vouchers".

O Sporting queria que o Benfica fosse punido pelas ofertas às equipas de arbitragem e delegados dos jogos em casa, enquanto o Benfica considerava que as acusações de Bruno de Carvalho eram lesivas da honra e da reputação do clube.

O CD da FPF acabou assim por confirmar a decisão divulgada a 27 de Janeiro pela CII, que na altura considerou que as ofertas do Benfica caiam "na cortesia social", ao mesmo tempo que considerava que "as declarações [de Bruno de Carvalho] assentavam num facto principal que corresponde à verdade.

 

A reclamação do Sporting assim como a participação do Benfica não tiveram provimento por parte do Conselho de Disciplina.

 

publicado às 04:12

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