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Tivemos um dia de descanso...

Rui Gomes, em 08.10.14

 

brunodecarvalho1.jpg

 

... pela ausência de Bruno de Carvalho em Londres, mas mal pisou solo português, não se fez esperar com a sua já bem conhecida oratória inflamatória. Comentou a visita do Sporting ao Dragão para a Taça de Portugal e, ainda, a reunião da Liga de Clubes que teve lugar na terça-feira.

 

A bem dizer, até tem razão com algumas das suas críticas, mas esta sua afirmação só pode ser descrita como extremar pelo ridículo, ao ponto de ser severamente irresponsável:

 

record.jpg

 

«(...) Podiam perguntar-me se as atitudes do FC Porto nas últimas vezes que jogaram em Alvalade podiam provocar algum sentimento de revolta nos sportinguistas: podia. Se, agora (o jogo da Taça no Dragão), vai ser diferente... acredito que não porque já foi tão mau na primeira vez. Pior, só se sair de lá morto. Talvez, alguém na justiça portuguesa esteja à espera que alguém saia dali morto para depois resolverem a questão. Espero que não seja o meu caso.»

 

 

Até parece que deseja que algo catastrófico aconteça...

 

publicado às 23:43

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36 comentários

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De L a 10.10.2014 às 10:35

E o Porto até acaba de recuperar a maioria do capital da SAD, algo que nunca foi preocupação naquela casa. As contas dos clubes são públicas, dos clubes e da LPFP. Tudo falido! A situação catastrófica na LPPF só reflecte o que tem sido o modelo do futebol português, com discursos destes que não abonam ninguém, só acarretam prejuízos para todos e afastam receitas. Nos clubes o que ainda ninguém consegue prever é o tamanho do buraco e a muito curto prazo, muito dependente ainda de novos desenvolvimentos no ex-BES.

Muito genericamente o problema nunca foi o nível de endividamento com serviços de dívida altíssimos. O problema foi que acabou o dinheiro! Não é possível comparar o futebol com outra actividade qualquer. Não é por acaso que o futebol sempre foi deficitário e a excepção Alemanha só tem a ver com a dimensão da economia – única na Europa.

Quanto a Benfica e Porto continuarem com planteis que ainda lhes permitem alguma ambição na Europa só beneficia o futebol português e parece que só o Sporting é que não concorda. Que muito provavelmente até só volta à Champions pelos pontos que os adversários conquistaram na UEFA. Lá voltamos nós à questão dos fundos como mais uma manobra de diversão por causa do caso Doyen. Quando a 1ª contratação desta direcção foi precisamente com um fundo brasileiro que até tinha acabado de inviabilizar Kléber - que chegou a estar certo no Sporting - precisamente porque deixou de saber quem era a direcção do Sporting de um dia para o outro.

Outra vez muito genericamente os grandes problemas dos fundos, a corrigir, estão todos do lado dos jogadores. Sem dinheiro no mercado o que é que é mais vantajoso?Uma parceria para contar com Brahimi um par de anos ou comprar sozinho e no escuro um jogador qualquer? E nenhuma formação por melhor que seja tem todas as respostas.

Quando definitivamente a Champions passar a comportar só dois clubes portugueses logo vemos como ficamos. O problema não é a maioria dos clubes portugueses com menos de metade do orçamento, como o Gil ou o Penafiel. Toda a gente em Portugal sabe muito bem o que fazer para termos uma Liga mais competitiva e mais atractiva que a Liga Francesa. Na actualidade os jogadores portugueses que permitiram o último Porto campeão europeu já vão para o Chipre. E nós, quanto tempo conseguimos segurar os melhores da formação?

Ainda custa mais acreditar alguém que treinou compreender este tipo de discurso, igual ao que temos tido nos últimos 30 anos e que só serve para incendiar e acirrar ânimos. O que é que isto tem a ver com blindar o balneário? O William escorregou? No futebol moderno falam os jogadores e o treinador! E os presidentes numa óptica de organização, no caso do futebol português, onde ainda recentemente voltamos a ficar de fora. Tantas reuniões e não convencemos ninguém.

Isto é precisamente o contrário do modelo Dortmund e numa Liga Alemã que não podia ter mais contrastes com a Liga portuguesa. Faz muito mais lembrar quando em Portugal ainda há pouco tempo se troçava da bancarrota grega. E também tinha dado tanto jeito um lobby sul europeu na UE.

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