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Uma goleada, uma expulsão, uma grande penalidade, duas lesões e uma exibição para esquecer - ou talvez não. Podemos discutir a arbitragem - há alguma causa para isso - mas, sobretudo, podemos e devemos discutir a equipa portuguesa e uma estratégia de jogo difícil de identificar, especialmente depois do penálti aos 11 minutos.
 
Seja a referida estratégia, a superioridade do adversário ou o calor - ou a combinação de todos estes factores - fica-se com a ideia que Portugal nunca se encontrou e que tudo o que ocorreu foi simplesmente uma consequência inevitável.
 
É verdade que João Pereira puxou o avançado alemão pelo braço, mas é igualmente verdade que este também recorreu a falta para ganhar posição sobre o defesa português. O árbitro com rigor absoluto e com critérios discutíveis, não hesitou. A acção de Pepe foi uma infantilidade intolerável a este nivel de competição, mas será que há causa para cartão vermelho directo ?... O árbitro entendeu que sim e agiu novamente sem hesitação. Pela lesão de Hugo Almeida, Hummels apanhou tanto da bola como do homem, o árbitro exerceu os mesmos critérios e nem falta assinalou. O segundo golo é inadmissível: o avançado saltou e cabeceou entre Pepe e Bruno Alves, praticamente na pequena área. Salvo uma ou outra jogada esporádica, Portugal nunca assentou as suas manobras ofensivas e as oportunidades de perigo foram escassas. Em geral, uma equipa portuguesa com muito pouca dinâmica e organização de jogo e com o passar dos minutos a jogar com dez unidades e a sofrer golos, a força anímica desapareceu completamente.
 
Nada há agora a fazer em relação a este jogo, mas também nada está perdido, mas terá de haver uma enorme recuperação psicológica por parte dos portuguese para viabilizar a continuidade na competição além da fase de grupos.
 
Primeiro a Espanha e agora Portugal. Quem diria ?
 

publicado às 04:50

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32 comentários

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De Rui Gomes a 16.06.2014 às 20:27

Análise muito "caseira" e irrealista. Já se debateu a questão do Adrien, é facto consumado. Em princípio, o William só entraria se Paulo Bento recorresse ao 4x4x2. Ele optou por manter o 4x3x3 e é lógico que Miguel Veloso tivesse sido o escolhido, até porque o William também não tem estado no seu melhor.

Hugo Almeida foi a escolha lógica, com Éder como alternativa. Não temos outros em Portugal. Raul Meireles é um excelente jogador há muito tempo, poderá é não estar 100 por cento bem fisicamente.

Mas há porventura melhor defesa direito que João Pereira ??? Gosto de Cédric, mas tem muito que crescer para chegar ao nível de João Pereira.

Avho que a quente, dizemos coisas insensatas.
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De Petinga a 16.06.2014 às 20:51

Hugo Almeida nao estava em condicoes... Postiga pode nao ser tao versátil, mas é bem mais útil ao colectivo.
William tem muito menos jogos nas pernas e seria SEMPRE a melhor alternativa para o meio-campo. Meireles e Veloso só estao ali por um qualquer compadrio. A defesa portuguesa nao é tao má como pareceu neste jogo: mas se o meio-campo permite aos adversários trocar a bola livremente à frente da defesa, nao há quarteto defensivo que aguente.

Veja-se como a Alemanha optou por vários jogadores mais jovens e em bem melhor condicao física. Aliás, tenho para mim que vários jogadores que brilham em Mundiais e Europeus e depois se revelam grandes "flops" em clubes para os quais se transferem como estrelas beneficiam do factor "frescura física": quem faz 60 jogos numa temporada dificilmente está no seu melhor, especialmente em campeonatos do Mundo disputados em países tropicais.

De qualquer maneira, a Seleccao há muito que nao tem uma ideia coerente de jogo outra que "passa a bola ao Ronaldo". Para fazer isso ao menos que se escolhessem os jogadores que melhor podem compensar o facto de o Ronaldo ser provavelmente o elemento que menos defende no 11 (com toda a legitimidade porque dá na transicao ofensiva algo que mais ninguém consegue oferecer).

Nada de irrealista na minha análise, caro Rui.

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