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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.
Este grande impasse em torno do futuro de Gyökeres diz muito sobre os amores e os desamores do futebol.
Tudo por causa do dinheiro, o grande motor do comportamento da esmagadora maioria dos seres humanos, mas muito também por causa do ego, que cega as pessoas que se consideram acima de tudo e de todos.
Faz algum sentido este impasse entre Gyökeres, o seu agente, o Arsenal e o Sporting?
Afinal, estamos apenas a falar - na indústria dos milhões do futebol - de um “pacote de amendoins”.
Para todas as partes envolvidas, e o que merece a maior tolerância é o Sporting que tem com o jogador mais 3 anos de contrato e uma cláusula de rescisão de 100M €, embora em relação a esta parte mais interessante haja uma desvalorização pública difícil de entender (ou talvez não)...
Tanto amor do Arsenal, do empresário e de Gyökeres (agora pelo Arsenal) e não se resolve o assunto por causa de um “pacote de amendoins”?
… Mas que brincadeira é esta? Afinal - entre os factores da mudança - onde está o “amor”? Será a idade, o joelho, ou será a ideia (legítima) de que o jogador não vale aquilo que nós, em Portugal, achamos que o jogador vale, em função das duas últimas épocas de alto rendimento, observado pela adeptos do Sporting e dos adversários?!….
Nem o suposto interesse do Manchester United faz mudar as coisas?
Em que ponto está a relação entre Rúben Amorim e Gyökeres? Afinal, tanta aparente sintonia e Gyökeres… só quer o Arsenal?!!! Não é estranho?!
Tudo por causa de um “pacote de amendoins”?! Quem está na linha da frente do boicote desta operação?
Artigo da autoria de Rui Santos
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