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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Caros leitores e amigos sportinguistas,
Amanhã é dia de jogo.
E há dias de jogo que são mais do que um simples encontro de futebol.
São momentos em que se mede a dimensão de um Clube.
Amanhã jogamos os oitavos de final da Liga dos Campeões, a mais alta e prestigiada competição do futebol europeu.
E estamos aqui por direito próprio.
Sem favores.
Sem atalhos.
Com mérito.
Somos bicampeões de Portugal e lutamos pelo tricampeonato.
Muitos — mesmo muitos — gostariam de estar no nosso lugar.
Por isso este é o tempo de aproveitar, desfrutar e acreditar.
É também o momento de deixar para trás o hábito, tantas vezes nosso, de pensar pequeno.
Se queremos estar entre os maiores da Europa, então compreendamos uma coisa muito simples:
Isto não é um sonho.
É competência.
É trabalho.
É ambição.
É a dimensão atual do Sporting Clube de Portugal. 🇵🇹💚🦁
Do outro lado estará o Bodø/Glimt, uma equipa que chegou até aqui com mérito, eliminando adversários de grande nome e plantéis valiosíssimos.
Mas também nós fizemos um percurso de que nos devemos orgulhar.
Um caminho onde destaco a vitória sobre o então campeão europeu em título, o PSG.
Hoje, mais do que nunca, é tempo de união.
Numa verdadeira comunhão leonina, juntemos todas as energias positivas em torno do nosso Clube.
Porque os nossos são poucos.
E os outros…
os outros são muitos e variados “noruegueses” espalhados pelo nosso país.
Mas quem é do Sporting sabe uma coisa:
Quando o leão entra em campo,
não entra sozinho.
Entra com gerações de sportinguistas atrás de si.
Amanhã joga o Sporting.
E quando joga o Sporting,
não se pede licença à história.
Escreve-se mais uma página dela. 🦁💚
SL


Perguntam-me: o que se passa com o nosso futsal?
Não sou só do futebol. Sou do Sporting. E isto quer dizer tudo.


Introdução
O futebol português parece viver no auge — mas num auge tóxico, contagiante e perigoso.
O tema do racismo exige uma sensibilidade extrema; todo o cuidado é pouco perante qualquer aproveitamento oportunista ou perseguição de índole quase inquisitorial que dele possa resultar.
Vivemos em Portugal, em plena época de Carnaval, celebração que entendo totalmente desajustada face ao estado de calamidade que o Pais atravessa, e à memória recente das vidas perdidas. Mas é o que temos.
Noutra realidade paralela, move-se o futebol. Um espaço que, por vezes, ultrapassa e viola princípios comportamentais fundamentais, tocando no que há de mais sensível: a dignidade humana. O racismo é uma dessas fronteiras inultrapassáveis.

Análise
O racismo é intolerável e inadmissível. Sempre. Quando alguém o pratica, cabe às instâncias competentes investigar, julgar e condenar. É assim que funciona um Estado de Direito: com factos, provas e decisões fundamentadas, não com suspeitas ou julgamentos populares.
No jogo Benfica–Real Madrid, aquando da celebração de um golo do Real Madrid, a reação de Vinícius Júnior pareceu espontânea, enquanto a de Prestianni revelou surpresa. Não existem, até ao momento, provas públicas conclusivas; apenas suspeitas. A UEFA tem a investigação em curso, e será a sua conclusão que determinará os factos. Aguardemos com serenidade.
Tenho opinião formada sobre o sucedido, mas a contenção e o respeito impõem-se. Não é tempo de alimentar fogueiras mediáticas, mas sim de confiar nas entidades competentes.
Num outro plano, a entrevista do Presidente do Sporting, Dr. Frederico Varandas, a propósito do último FC Porto–Sporting no Estádio do Dragão, tornou-se alvo de nova polémica.
Uma frase retirada de um contexto específico (a referência a “roubar toalhas e esconder bolas” como algo que só seria possível em África) está a ser explorada de forma leviana e maliciosa, numa tentativa evidente de a associar a uma atitude racista.
Tal leitura é abusiva, descontextualizada e intelectualmente desonesta. Transformar uma expressão circunstancial, inserida num determinado enquadramento competitivo, num alegado ataque racial, é mais um episódio da estratégia de ruído, distorção e intoxicação que tem marcado o contexto desportivo em Portugal.
É tempo de proteger o Sporting Clube de Portugal, o seu Presidente e os seus adeptos de uma emboscada mediática real e perigosa. Há uma tentativa clara de arrastar a instituição para o terreno onde outros se sentem confortáveis: a lama, o conflito permanente e a insinuação.
O Sporting e toda a sua organização, devem-se proteger e conter.
Conclusão
Impõe-se um corte definitivo com o ruído e a poluição moral que contaminam o futebol português. A defesa intransigente dos valores da ética, da verdade e do desportivismo deve ser o farol orientador do Sporting.
A difamação está hoje ao alcance de qualquer um; já a responsabilização de quem manipula, insinua e distorce, tarda demasiadas vezes. Convém não esquecer isso.
A tentativa de colar as palavras do Presidente do Sporting a uma conduta racista constitui mais um ataque hediondo ao Sporting Clube de Portugal e ao Dr. Frederico Varandas; um ataque movido pelo desespero de quem vive mergulhado em turbulências próprias.
O Sporting defende valores. Defende princípios. Defende a honra.
E não se deixará arrastar.
Tenho dito.
Viva o Sporting!

Mais uma noite de fé e VAR’dade
Domingo, 15-02-2026
Introdução
Chego tarde ao estádio, mas ainda a tempo de ver o começo.
As luzes acendem-se, o foco incide sobre a relva perfeita, e uma onda verde e branca projecta-se numa paixão infinita. Entre vivas e cânticos que extravasam sentimentos, sinto que estou onde devo estar.
O meu vizinho não veio, mas deixou representante. Espero que se ajuste ao lugar e que traga boa sorte. Eu cá estou. Eu e mais 46.000. Que tempos tão bonitos vivemos! Noutros dias eram 15 mil, vá lá 17, para ver o Famalicão. Agora há títulos, há trabalho, há conquistas, há sucesso, há alegria, e há o leão rampante com o ceptro de Bicampeão erguido bem alto.
O árbitro é do Porto. Mais um. Que saudades… Com este frio cá fora e aquele “quentinho” que por vezes se sente noutros “balneários”.
Vejo cones, bolas e jovens felizes.
Que ambiente! Que saúde!
Spoooorting!
Descrição
O Famalicão já criou tradição: complica. E muito. Tem excelente equipa e trabalha bem o scouting.
O jogo começa.
O Fama dá espectáculo dentro das suas possibilidades. Equipa organizada, linhas compactas, boa circulação. E aquele Gustavo Sá… valha-me Deus! Só é pena ser do Porto desde pequenino. (Dizem)
O suplente do meu vizinho pergunta-me o que estou a achar. Eu começo a responder… e, nesse instante, golo do Famalicão. Os jogadores do Sporting levantam os braços.
VAR.
“Calma”, digo eu. As novas tecnologias continuam a repor a verdade para chatice de muitos.
O árbitro vai ver. Corre decidido. Regressa com novidades que não se ouvem. Mas o essencial sabe-se: golo anulado.
Uffff!
Os comentários multiplicam-se. Cartilhas “à guilho”, pitadas com piadas, mourinhices várias. Até o presidente do Famalicão fala. Noutras alturas, com outros clubes, prefere gesticular e calar. Temperamentos ou temperos? Siga.
Li quase todos os jornais (menos O Jogo, claro) e a opinião é unânime: bem anulado. Ouvi também os “especialistas de arbitragem”. Esses.
No relvado, procuro Pote e não o encontro.
Que falta fazes, Suárez! E o Fotis? Saudades, pá!
Luís Guilherme, que jogador! Para mim, o melhor.
Mangas, grande partida.
Diomande e Inácio lançam longo para a profundidade. Mas está difícil.
Intervalo
0-0.
Temos de continuar. Sempre a marcar.
Recomeça a segunda parte e surge outro Sporting. Mais refinado, mais intenso, mais dominador. O Famalicão começa a adormecer; ainda bem.
Já vamos em 11 cantos. O mister mexe, e mexe bem. Geny entra e traz outras dinâmicas. O Sporting aperta. O Famalicão ficou na estação.
Entram Bragança e o miúdo Rafael Nel estreia-se em Alvalade. Aplaudo de pé. Há momentos únicos para a carreira de um jogador. Parabéns Rafa e felicidades.
E então… aos 82 minutos.
Canto de Trincão. Preocuparam-se com Diomande e Hjulmand. Esqueceram-se do “pequenino” grande Bragança.
E Alvalade explode.
Um ano depois da grave lesão, como se os deuses do futebol tivessem marcado encontro. O seu primeiro golo de cabeça. Que classe. Que justiça. Que merecimento!
Depois do calvário, o campanário. O sino da felicidade. A dele e a nossa.
Goooooooloooooooooo!
Faltam oito minutos mais compensação. Olho novamente para os cones e para as bolas. Lá estão. E os miúdos também. Somos tão diferentes. Somos Sporting.
Conclusão
Termina o jogo.
Mais uma vitória conquistada.
Mais uma prova de carácter.
Mais uma VARdade; mas fica (pelo menos) um penalti claro por marcar. Mais um.
Não gostei do David. Não sei de que zona é do Porto, mas este árbitro, não veio para ficar. Talvez mais, prejudicar.
Alguém me ligou! O meu amigo que ficou em casa. Viu o jogo na Sport Tv. Sem som claro.
Despeço-me do meu companheiro ocasional:
— Adeus, amigo! Excelente companhia! Encontramo-nos no Marquês!
Rui Borges bate o recorde de Amorim: 13 vitórias consecutivas nas diferentes competições. O saudoso Mário Lino mantém as 16. Parabéns, mister! Dá gosto felicitar quem trabalha, quem acredita, quem constrói.
Felicito ainda todas as modalidades pelo brilhante fim-de-semana. Só vitórias. O leão ruge em todas as frentes.
Saio e vou, como habitual, ao Cantinho do Sá. A garganta precisa de ajuda. O Bruno também. Que se debatam ideias e que se engrandeça o Sporting.
Quanto a mim, não confundo amizades com responsabilidades.
Presidente Dr. Frederico Varandas, sempre — e por muitos anos.
Foi a minha expressão. Ao meu estilo. ✍️
Viva o Sporting! 💚
SL de Rui Ferreira

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