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Vem aí uma nova época!

Rui Pedro Barreiro, em 28.07.20

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Uma nova época com sucesso e muitas decisões acertadas é o que se deseja. A época que terminou foi má... muito má. Quatro treinadores, várias contratações falhadas, entre outras decisões, no mínimo discutíveis. Má comunicação, ausência de esclarecimentos e respostas aos associados, ausência nos momentos difíceis, são algumas das críticas mais frequentes.

A questão das claques, cujo efeito se reduziu por causa da interrupção do campeonato e a realização de jogos sem público nos estádios, ainda sem fim à vista, como se pode ver com o comunicado da JL,  de hoje, (27/7), mantém a polémica e a falta de sossego e calma que ajudam a tomar boas decisões.

Infelizmente, o número de candidatos das últimas eleições também não ajudou a pacificar o mandato dos actuais Órgãos Sociais, que já sofreram várias saídas, proliferando as declarações a exigir a demissão, como se mudar de presidente fizesse o Sporting campeão. Aliás, temos mais presidentes que títulos, e se falássemos em treinadores, então o que seria.

Felizmente, os Sportinguistas conseguem resistir a tudo isto. Só um grande clube consegue passar tantos anos sem ser campeão no futebol sénior e manter uma dimensão nacional como a que é demonstrada pela renumeração operada, que traz mais transparência e verdade ao Clube e aos sócios.

Acredito na capacidade de Rúben Amorim. Acredito que é possível fazer melhor do que foi feito nas duas últimas épocas. Todavia, considero que é essencial decidir bem. Contratar pouco e muito bem. Dar poder a Rúben Amorim, para conduzir todo o futebol profissional pode ser a melhor solução. Deixar para o treinador o balanço da época, já não me parece muito correcto. Depois do fracasso da temporada exigia-se um balanço corajoso e franco de quem dirige o nosso Clube. Venha lá o sucesso.

publicado às 03:36

Vem aí o último jogo

Rui Pedro Barreiro, em 23.07.20

O Sporting chega ao último jogo em terceiro lugar. Para não ficar com esse lugar tem de perder o jogo com o seu eterno rival de Lisboa e o SC Braga tem de ganhar o seu jogo com o FC Porto, qualquer resultado diferente desses garantirá o 3º lugar.

Ao contrário do que algumas "almas perdidas" querem fazer crer, nenhum Sportinguista fica satisfeito com o terceiro lugar. Ficar em segundo era muito melhor e ser campeão seria o desejável. Todavia, esta época foi uma má época, com demasiados problemas, com vários técnicos e com o nosso clube em quarto lugar, atrás do Braga, e com Famalicão, Rio Ave e Guimarães a "morderem os calcanhares", quando o campeonato foi interrompido.

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A contratação de Rúben Amorim trouxe, neste regresso do futebol, a recuperação desse lugar e apenas uma derrota, no Dragão. No último jogo, com o Setúbal, não conseguimos ganhar, quando a vitória traria a garantia desse lugar, a liga europa sem pré-eliminatória e levar-nos-ia, aparentemente, ao clássico sem a grande pressão de ganhar. Como sabemos, um clássico é sempre um jogo de tripla e tudo pode acontecer.   

Mas voltemos ao último jogo... Foi um desafio de sentido único. Uma equipa a fazer tudo para conquistar um ponto, e outra a tentar, com pouca inspiração e sem o seu "abre-latas" dos últimos jogos, Jovane Cabral, ganhar o jogo. Confesso que gostei de Nuno Mendes e de Francisco Geraldes, este "patinho feio" fez tudo para mostrar que merece oportunidades.

O Setúbal saiu de Alvalade com um ponto, se isso garantir a sua manutenção, pode dizer-se que do mal o menos, tenho vários bons amigos em Setúbal e costumo ir ver os jogos dos sadinos sempre que posso.

Confesso, também, que gostaria que o Portimonense ficasse entre os grandes, mas não está fácil e adiar para esta última jornada tanta decisão, é inevitável que alguém vá ficar triste. Quanto ao meu Sporting, quero que encerre este campeonato com uma vitória e direi que espero para a próxima época uma equipa mais consistente, com pelo menos 10 jovens jogadores formados na sua Academia, tenho uma elevada expectativa na prestação de Daniel Bragança. Quando dizem que não é possível ser campeão com tantos jogadores da formação, olhem para o campeão português deste ano.

publicado às 03:03

O treinador faz a diferença

Rui Pedro Barreiro, em 28.06.20

Dei hoje por mim a pensar que o meu Sporting não tinha em campo alguns dos titulares indiscutíveis, como Bruno Fernandes (agora a brilhar em Manchester), Acuña, Mathieu (obrigado por tudo), Vietto, para não falar na ausência de alternativas de ponta de lança, que abundam noutros clubes, mas conseguiu voltar depois da interrupção sem conhecer o sabor da derrota.

Afinal... o treinador faz mesmo a diferença. Rúben Amorim, treinador sem a formação obrigatória, está a demonstrar que quem sabe do ofício não precisa dessa certificação para mostrar trabalho de qualidade.

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A juventude da equipa do Sporting é real e muitos dos miúdos nem parecem sê-lo, tal a personalidade com que se exibem. Hoje não vou falar dos craques que despontam para as bandas de Alvalade (e Alcochete), isso ficará para outra ocasião.

O efeito Rúben, chamar-lhe-ei assim, faz-se sentir no estilo de jogo, a táctica e a estratégia utilizadas mostram claramente que é possível jogar e ganhar, mesmo com jogadores com pouca experiência competitiva a este nível e que aqui e ali vão cometendo erros, felizmente compensados e que até agora ainda não comprometeram irremediavelmente o resultado final, transformando-o numa derrota.

Dirão que é preciso algo mais, mas certamente que não é por acaso que em Braga, e agora no Sporting, Rúben Amorim mostra qualidade, trabalho e, principalmente resultados. Que assim continue, os Sportinguistas agradecem.

publicado às 16:27

O Sporting é o nosso grande amor

Rui Pedro Barreiro, em 28.04.20

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A enorme incerteza que nos assola deveria tornar-nos mais prudentes, mas também mais solidários. A crise de receitas, a juntar a tantos outros problemas já existentes, torna a vida dos clubes de futebol ainda mais complexa, causando problemas graves que atingem toda a família desportiva e que vão desde os funcionários até aos jogadores.

Falar do Sporting Clube de Portugal, em plena Pandemia, quando o Mundo sofre sem  se perceber ainda até onde irá esta crise, não é tarefa simples. O nosso Clube atravessa um período sem títulos significativos no futebol, com uma época ainda não terminada, mas com baixas expectativas. Precisamos de melhorar muito. Todavia, não será fácil se não nos motivarmos todos.

Independentemente das tomadas de decisão piores ou melhores, das diferenças recentes e dos fracassos e insucessos, é preciso capacidade para ultrapassar as dificuldades e decidir com longo alcance, apesar das medidas de curto prazo serem muito exigentes.

Apelo aqui a todo o universo Sportinguista, aos mais responsáveis, aos sócios e aos simples adeptos, a mobilizarem-se com medidas positivas de apoio. Nos estádios e agora, por força das circunstâncias, fora deles. Não sabemos quando poderemos estar juntos a comemorar as vitórias, mas sabemos que se não formos capazes de nos unir pelo bem maior do nosso Clube dificilmente sairemos de uma espiral de resultados menos bons.

Que o pós-confinamento nos ajude a decidir bem e sobretudo a compreender que juntos somos incomparavelmente mais fortes.

publicado às 04:04

O Futebol e a Pandemia

Rui Pedro Barreiro, em 14.04.20

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Todos os amantes do desporto-rei anseiam pelo regresso do futebol, pelas idas ao estádio, pelos grandes jogos televisionados, pela emoção e paixão que só este desporto nos dá. Todavia, vivemos hoje num Mundo em que a pandemia destrói vidas, economia, finanças e em que a incerteza continua a ser a maior certeza que temos.

Em Portugal já se fala no regresso dos campeonatos profissionais, havendo até notícias de treinos e trabalhos preparatórios do regresso ao trabalho, para além de um documento produzido pela Liga denominado "Retoma Progressiva à Competição". De acordo com o divulgado, o documento prevê 3 fases de adaptação no quadro da retoma da competição:

"FASE 1 - Regresso progressivo aos treinos; treinos individualizados no campo durante duas semanas, com avaliações antes das sessões (com máscaras e salas próprias), na presença de treinador e elemento do departamento médico (com máscaras e respeitando distâncias de 2 metros). Não há cruzamento com outros jogadores ou staff. E é admissível a presença de 2 jogadores, cada qual no seu meio-campo.

FASE 2 - Treinos de grupo com contacto (3.a e 4.ªa semanas), mas respeitando ‘normas básicas’.

FASE 3 - Campeonato inicialmente à porta fechada, na qual os jogos ‘fora’ obedecem a viagens mesmo no próprio dia da competição, com autocarros higienizados e os jogadores distribuídos segundo as normas de segurança (1 atleta para cada 2 lugares e com máscara). Nos balneários, 1 jogador por cada 25m2 e, nos ginásios, já agora, recomendação de distância mínima de 5 metros entre atletas."

Ora, tudo leva a crer que o estado de emergência vai continuar. Será que o futebol não tem que cumprir as regras impostas a todas as outras actividades? Afinal, quanto vale uma vida? De certeza que o futebol é importante para muitos de nós, mas neste momento é talvez o menos importante desta luta em que nos encontramos. De certeza que há soluções para resolver tudo o que tem que ser resolvido. Precisamos de ser campeões, mas noutro campeonato. Haja juízo.

publicado às 17:00

Venha o fim do julgamento da invasão da Academia

Rui Pedro Barreiro, em 13.03.20

O pedido de absolvição de Bruno de Carvalho, da autoria moral do ataque a Alcochete tem suscitados muitas reacções, algumas delas a roçar o absurdo, outras de uma demagogia acentuada.

A invasão da academia Sportinguista de Alcochete foi a página negra de um grande Clube, com custos financeiros e reputacionais muito elevados e alguns de difícil contabilização, para além de afectar psicologicamente os diferentes atletas e equipa técnica envolvidos.

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Enquanto Sportinguista, tal como já tive ocasião de afirmar em vários fóruns, fico sempre satisfeito por verificar que um ex-presidente do meu Clube não será condenado, tudo leva a crer, atenta a posição do Ministério Público. Todavia, esta absolvição nada tem a ver com a destituição e posterior expulsão do ex-presidente do Sporting.

As causas para estes actos, definidas em Assembleia Geral para o efeito e votadas pelos sócios por números bem esclarecedores, fundamentaram-se em vários factos, muitos deles considerados violação grosseira dos Estatutos do Sporting Clube de Portugal.

O resto são meras fantasias, demagogia ou entretenimento e que não beneficia o Sporting em nada. Aguardemos o fim do julgamento, desejando que nunca mais o futebol português seja palco de situação análoga. O desporto, em geral, e o futebol, muito em particular, não precisam deste episódios tristes e lamentáveis que só afastam as famílias de um desporto que todos gostamos.

Que se feche rapidamente esta porta. O Sporting agradece!

publicado às 03:04

Como Sportinguista, quero, em primeiro lugar, dizer que com o mal dos outros estamos nós bem. Pessoalmente, sempre puxei pelas equipas portuguesas, todas, mesmo aquelas que, internamente, me alegram quando perdem.

A razia que sofremos só reforça a nossa posição de menoridade futebolística no contexto europeu, apesar de termos excelentes jogadores e muitos e bons técnicos que continuam em jogo. Temos ainda quatro treinadores lusos e pelo menos um chegará aos quartos de final da Liga Europa.

Em segundo lugar, reforço o óbvio, fiquei bastante desapontado com a nossa saída da Liga Europa, depois de um jogo em Alvalade onde o resultado poderia ter sido muito dilatado, de tal maneira que o jogo da segunda mão não seria mais do que cumprir calendário e fazer turismo em Istambul.

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Como se constatou, o jogo correu muito mal. Aliás, tudo o que podia correr mal, qual lei de Murphy, assim correu. Sofremos golos muito consentidos, demasiado cedo e, depois de marcar e ter a eliminatória na mão permitimos, mesmo a acabar o tempo regulamentar, que os turcos nos levassem para prolongamento. Como se isso não bastasse, no final do prolongamento, quando se adivinhavam os "penalties", sofremos o golo que nos afastou da Europa.

Não vou hoje discutir equipas, substituições, tácticas, qualidade de jogadores e equipas técnicas, directivas, etc, etc. Pretendo apenas refrescar algumas memórias que parecem ter uns lapsos de vez em quando. Ora, se considerarmos que por cada vitória na Europa temos 3 pontos e pelo empate 1 ponto, qual terá sido a nossa melhor prestação desde a época desportiva 2014/2015? Alguém arrisca um palpite?

Pois bem... a nossa melhor pontuação foi obtida em 2019/2020. Incrível?... Ou talvez não. Em 2015/16 fizemos 13 pontos (terceira melhor época desde 2014), em 2018/19 fizemos 14 pontos e nesta época em curso fizemos 15 pontos. Nenhum Sportinguista ficou satisfeito, evidentemente, mas convém olhar para os números e ser mais racional do que a nossa paixão nos permite. 

publicado às 03:33

Vem aí um jogo na Turquia

Rui Pedro Barreiro, em 26.02.20

Depois de dois jogos e duas vitórias em Alvalade, o Sporting CP desloca-se à Turquia, mais precisamente a Istambul, cidade notável e bela, com muita história para nos contar.

Aos leões pede-se o máximo rigor competitivo e um resultado que permita a passagem a mais uma fase da prova europeia. Acredito que o Sporting tem condições de ultrapassar este adversário que ocupa um lugar cimeiro da liga daquele país.

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Apesar das baixas de Mathieu e Luís Neto, espero que Silas consiga montar uma equipa capaz de marcar e garantir com segurança este objectivo importante para esta época. Dois golos de diferença podem chegar se a concentração estiver sempre presente.

É provável que o ambiente seja adverso. Oxalá, a capacidade mental da equipa seja forte e capaz de trazer da Turquia o resultado que mais nos interessa. Quanto a golos, não tenho preferência no marcador, mas Vietto, Plata ou Sporar podem muito bem alegrar-nos.

Força Sporting!

publicado às 05:04

Uma semana positiva para o Sporting

Rui Pedro Barreiro, em 24.02.20

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Confesso que fui contra a substituição de José Peseiro. Aquela época deveria ter sido a zero, para se organizar internamente, ultrapassar as dificuldades de não ter uma equipa B, não ter o dinheiro suficiente para competir nas aquisições com Benfica e Porto e ter perdido, por via das rescisões, meia equipa. Assim não aconteceu e chegamos a esta época a lutar pela melhor classificação possível no nosso campeonato e já afastados dos troféus desta época.

Jorge Silas tem feito o possível para chegarmos, pelo menos, ao terceiro lugar (Não gostei nada de alguns jogos, por exemplo, em Linz, em Alverca e , mais recentemente, em Vila do Conde). Os dois últimos jogos mostraram trabalho de treinador. Se contra Benfica e Porto os resultados foram injustos com a nossa prestação dentro do relvado, desta vez, com turcos e boavisteiros a nossa vitória não sofre qualquer contestação, ficando apenas algo aquém nos números (leia-se golos) das vitórias. Espero que na Turquia possamos garantir a muito desejada passagem à fase seguinte da Liga Europa, claramente merecida pelo que fizemos na primeira mão em Alvalade.

Esta semana devo destacar Gonzalo Plata, pela sua excelente prestação e pela confirmação da sua qualidade já por mim referida, sempre que foi chamado a dar o seu contributo à equipa. Uma nota também para a prestação defensiva da nossa equipa no jogo com o Boavista, pois sem Acuña, Ristovki, Mathieu e Coates, conseguimos uma prestação sem sofrer golos, notando-se claramente o trabalho de treinador. O talento de Vietto dá um jeitão, oxalá ele continue inspirado.

Bom Carnaval.

publicado às 15:00

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No balanço desta jornada tenho que dizer, uma vez mais, que condeno veementemente toda a violência que vai proliferando no futebol, com a conivência de quem deveria tomar medidas efectivas para banir todos os que não cumprem esta essência do desporto.

No jogo em Guimarães, Marega abandonou o relvado em protesto contra ataques racistas. Não percebi o que se passou, mas tenho a certeza que o ex-jogador vimaranense tomou a atitude em reacção a comportamentos incorrectos vindo das bancadas. Lamentável.

O jogo foi equilibrado, com o Porto a aproveitar bem as oportunidades e o V. Guimarães a mostrar que se tivesse um matador, tipo Paulinho Cascavél, poderia ter batido o pé ao Porto.

No meu prognóstico para a Sport TV, coloquei o SC Braga e o V. Guimarães a ganhar e o meu Sporting também. Infelizmente, só acertei num dos jogos, aquele em que a equipa minhota venceu na Luz. E venceu bem, animando a liga portuguesa, curiosamente com um golo marcado por Palhinha, emprestado pelo Sporting.

No jogo em Vila do Conde, o meu Clube realizou uma exibição completamente abaixo do exigível. O melhor foi mesmo o resultado - o empate - num jogo em que Max mostrou ter todas as condições para ser o dono da baliza do Sporting, tendo Luís Neto realizado um boa exibição, Jovane mostrou que quer jogar mais e Plata deve ter mais oportunidades. A grande conclusão, no entanto, é que sem Vietto, Acuña e Mathieu, agora que não temos Bruno Fernandes, a equipa do Sporting se mostra muito vulnerável. Oxalá, tenha sido a pior exibição da época. 

Ficamos com a luta pelo título mais acesa, com o SC Braga em terceiro lugar e com um treinador que ainda não perdeu, mesmo tendo jogado contra os três grandes. Merece ser o destaque da jornada, quer pelo novidade de conseguir um feito que não acontecia há mais de meio século, quer pela conquista do 3º lugar. 

Agora, regressamos às competições europeias. Eu, que gosto sempre que Benfica e Porto percam nas competições internas, deixo votos de boa sorte a todos os clubes envolvidos na Liga Europa. O "ranking" português da UEFA agradece.

publicado às 03:33

Rio Ave/Sporting

Rui Pedro Barreiro, em 16.02.20

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Ao terceiro jogo da época com o Rio Ave, conseguimos empatar!

Para variar lá tivemos um jogador expulso, mas tivemos a sorte do jogo apesar do remate de Eduardo à barra... Max garantiu o empate depois de uma boa arrancada de Bolasie, ficando a responsabilidade de marcar a grande penalidade com Jovane.

Jogo em que o resultado foi obviamente muito melhor que a exibição. O onze que começou teve jogadores muito abaixo do exigível numa equipa como o Sporting. Apesar de Silas ter mexido bem na equipa (podia/devia ter mexido logo ao intervalo), julgo que as ausências de Vietto, Acuña e Mathieu foram demasiado sentidas. O nosso meio campo foi incapaz de se superiorizar ao do Rio Ave, criando dificuldades à nossa defesa e não disponibilizando bola jogável a Sporar.

Melhor em campo da equipa leonina, Luís Maximiano. Espera-se uma melhor exibição na próxima quinta-feira, no jogo da Liga Europa, em Alvalade.

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Os mil e um sistemas de Silas

Um artigo da autoria de Bernardo Ribeiro, Director de Record

O Sporting mereceu o empate em Vila do Conde?

Mereceu porque os leões não têm culpa da incompetência dos anfitriões. O Rio Ave estava a ser muito superior, tinha o jogo na mão, podia ter dilatado várias vezes, mas mesmo com dez o Sporting não baixou os braços e o penálti existiu mesmo. Como Jovane não falhou, aceita-se. Futebol também é isto.

Como se explica que o Sporting jogue tão pouco?

É verdade que os leões não têm o mais equilibrado dos plantéis, mas daí a não poderem jogar melhor... Silas muda de sistema como quem muda de camisa numa equipa sem maturidade táctica para tanto. Aliás, poucas haverá capazes de desempenharem tantos sistemas. Falta uma ideia de jogo a este leão. Isto é fingir que tem várias.

Entendem-se as escolhas de Silas em Vila do Conde?

É sempre injusto criticar sem ver os treinos. Ainda assim, deixar Battaglia no banco para deixar jogar Doumbia é para mim uma espécie de sacrilégio. Depois, no lançamento do jogo Silas disse que o Sporting tinha Sporar, Jovane e Plata. De início jogou apenas o primeiro. Haverá explicação, mas eu não consigo dar.

Nota-se dedo de treinador no Rio Ave?

Muito. Apesar do empate, a equipa do Rio Ave foi muito superior ao Sporting. mandou nos tempos do jogo, foi mais incisiva ofensivamente, mesmo que falhando várias oportunidades. Belo trabalho de Carlos Carvalhal.

publicado às 04:04

Quem manda no Futebol em Portugal? (Parte II)

Rui Pedro Barreiro, em 24.01.20

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(Pintura de Martinho Dias "The Boss")

Tal como prometi, aqui estou a voltar ao tema, visto que razões académicas me impedirão de partilhar convosco, durante a próxima semana, as minhas singelas reflexões.

Manda a Federação (FPF), manda a Liga (LPFP), manda o Benfica, manda o Porto, outros dirão: manda o empresário Jorge Mendes. Os diferentes poderes do Futebol, em Portugal, conseguiram, por exemplo, que os direitos televisivos não sejam negociados em conjunto, que se sinta sempre alguma/muita suspeição nas arbitragens e que dois clubes sejam quase hegemónicos nos últimos quarenta anos.

A grande maioria das associações portuguesas de futebol tem presidentes benfiquistas, certamente só por causa da estatística, o que por sua vez facilita a obtenção de maiorias e de decisões favoráveis.

Por outro lado, como poder traz dinheiro e este traz poder entra-se num ciclo vicioso difícil de ultrapassar, visto que o dinheiro pode comprar os bons profissionais, que por sua vez tendem a reproduzir o sucesso.

Como se não bastasse, as "elites" dirigentes do Sporting, em diferentes versões, não só  não conseguiram romper este ciclo vicioso, como afundaram ainda mais a diferença para os que ganham quase sempre. Por culpa própria e por responsabilidade alheia, o meu clube não tem sido capaz de renovar-se como eu gostaria.

Diziam-me,  quer no "reinado" de BdC, quer depois, que existiam forças que queriam fazer com que tudo corresse mal para os lados de Alvalade, de forma a tornar aceitável pelos sócios, ou mesmo inevitável para estes, a venda da maioria da SAD. Nunca acreditei muito nessa "teoria da conspiração", contudo, pelo que leio e ouço começo a considerar que esta "história" não será totalmente descabida.

Que fique aqui a minha opinião: Ganhar, ou a sua ânsia, não deve entorpecer o espírito, por isso sou contra a perda da maioria da SAD por parte do Sporting e votarei contra essa eventual proposta, não deixando de responsabilizar quem o permitir ou o promover.

publicado às 02:49

Quem manda no futebol em Portugal?

Rui Pedro Barreiro, em 23.01.20

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(Pintura de Martinho Dias "The Boss")

Não pretendo dar aqui esta resposta... apenas e tão só desabafar, mas voltarei ao tema. Isto, a propósito de uma opinião que foi partilhada sobre um "evento" que só em Portugal não tem consequências, senti-me obrigado a partilhar convosco estas linhas.

Um árbitro auxiliar que tem participado em muitos jogos do Sporting, e até como ajudante do VAR, vai brevemente ser julgado por vários crimes que  terá cometido contra uma sócia do Sporting CP e dirigente de um núcleo. A presunção de inocência existe e deve ser um princípio defendido. Contudo, mandava a mais elementar prudência que tal personagem não participasse entretanto em jogos do Sporting, mas assim não acontece. 

Infelizmente, os inimigos internos pululam quase como cogumelos e não permitem focar as baterias na terrível falta de influência do Sporting nas diferentes instâncias do Futebol. Daí as constantes faltas de respeito a que somos sujeitos, árbitros incluídos. Veja-se o que aconteceu a Marcos Ferreira que desceu de divisão e abandonou a arbitragem, ou a Pedro Henriques que deixou a consultoria técnica que fazia ao Sporting.

publicado às 19:00

Final da Taça da Liga

Rui Pedro Barreiro, em 23.01.20

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Este ano vamos ter uma final sem o Sporting, mas a outra meia final entre Guimarães e Porto mostrou que a questão das tochas se começa a generalizar e não vejo medidas sérias que possam evitar este tipo de comportamentos, oxalá não aconteça nenhuma desgraça e só depois se tomem medidas.

Quanto ao futebol jogado pode dizer-se que teve mais ritmo que a outra meia final. Acabou por não ter que se realizar a chamada lotaria dos "pénaltis". Pelo menos isso o Guimarães merecia.Tenho pena que seja o Porto a jogar a final com o Braga, não houve superioridade evidente do Porto e o orçamento do Guimarães não se notou neste jogo.

Confesso que não tenho favorito para a final desta edição da prova, mas a ter que escolher prefiro a vitória do SC Braga. Aguardo para ver como se irão comportar as três equipas na final.

publicado às 06:31

Este ano não teremos a Taça da Liga

Rui Pedro Barreiro, em 21.01.20

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No início do jogo, viu-se o carinho com que Mathieu cumprimentou Esgaio. Infelizmente, o lance que originou a expulsão do jogador do Sporting, com as cenas seguintes, ocorreu precisamente com o nosso ex-jogador.

Quanto ao jogo pareceu-me algo equilibrado. Demasiado para meu gosto, eu preferia que pudessemos ser dominadores e ganhar. Conseguimos empatar dada a sageza de Bruno Fernandes e de Mathieu, mas com a expulsão de Bolasie tudo ficou mais difícil.

Já a fazer contas aos penáltis decisivos, acabamos por sofrer o golo fatal que liquidou as nossas possibilidades de seguir para a final. Má abordagem de Mathieu que deixou nas costas o marcador do golo. Já não vou a Braga no sábado. Espero que o Guimarães vá à final. Brevemente ficaremos a saber.

publicado às 22:00

Como vi o Sporting/Benfica

Rui Pedro Barreiro, em 19.01.20

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Antes do jogo, confesso que estava apreensivo quanto ao resultado final. O Sporting não contaria com dois jogadores muito importantes no actual momento - Coates e Vietto - e tendo presente que as equipas de arbitragem e do VAR eram claramente adversas ao meu Clube, com um histórico bastante negativo, a somar ainda a uma diferença significativa na qualidade global dos dois plantéis (aliás, o valor da equipa do Benfica representa um terço da valorização de todos os plantéis da Primeira Liga).

Ao intervalo, cheguei a considerar que o Sporting até poderia vir a ganhar o jogo se tivesse a tal estrelinha que tantas vezes nos tem faltado. Lamentavelmente, os recursos saídos do banco do Benfica deram a machadada final, ajudados pelos erros de alguns jogadores que mostram qualidade duvidosa para um clube como o Sporting, fazendo com que a diferença para o rival da Segunda Circular se torne cada vez mais evidente.

Como disse Jorge Silas, o jogo do Sporting foi razoável, mas o resultado é que conta. Para variar, Acuña e Bruno Fernandes, foram dos melhores do Sporting, devendo acrescentar-se Rafael Camacho que poderia ter coroado a sua exibição com dois golos que quase foram conseguidos. Muito aquém do exigido ficaram Ilori - que alternou bons momentos, com momentos "horríveis" - Doumbia e Wendel, estes a actuarem numa zona nevrálgica do terreno de jogo.

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As saudades que tenho de Cédric Soares - "mandado embora" pelo destituído - quando assisto às exibições dos nossos laterais direitos. Infelizmente, a diferença de qualidade entre plantéis, e as más exibições já referidas fizeram pender o resultado para o Benfica.

Na verdade, qualquer um dos jogadores do nosso adversário que começaram no banco e foram chamados ao jogo, seriam titulares do nosso Clube. Esta realidade não pode ser escamoteada para quem só realça os erros da actual gestão e esquece como chegámos onde estamos e quando o "julgamento de Alcochete" recorda quase diariamente o que nunca se deveria ter passado com o nosso Clube. 

O que vi no estádio José Alvalade e não gostaria de ter visto foi um silêncio ensurdecedor dos espectadores que supostamente fazem parte das claques, na primeira parte, seguido de um comportamento inadmissível na segunda parte. Não pode continuar a acontecer o que se viu. Não sei o efeito que tem nos jogadores, mas sei que nos adeptos que levam a família a vontade de voltar ao estádio desaparece. Tochas lançadas para o estádio e nada acontece, para além da paragem do jogo? Como é possível? Parece que o presidente da Liga pediu uma reunião de urgência ao governo (não percebo porque não o fez na sequência dos acontecimentos de Guimarães), será consciência pesada?

publicado às 04:34

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O Futebol é um desporto para ser visto com a família e os amigos. Por vezes, os horários dos desafios de futebol quebram esta tradição e os preços dos bilhetes, por exemplo, também nem sempre ajudam a concretizar esta deslocação familiar aos estádios, tal como a  qualidade dos espectáculos que nem sempre é motivadora.

Como vemos em Inglaterra, os jogos são televisionados, com receitas para os clubes muito generosas, mas sempre com estádios cheios e com espectáculos verdadeiros, para quem aprecia os "artistas da bola". Em Portugal, infelizmente, a televisão, os horários e a falta de qualidade tanto das arbitragens como dos jogos, leva a que tenhamos muitos jogos com assistências muito baixas, tornando as receitas de bilheteira e as inerentes receitas de publicidade cada vez menos importantes nos orçamentos, com todas as consequências na capacidade aquisitiva da maioria dos clubes.

Como se não bastasse tudo isso e a agravar esta situação (contribuindo também para este estado de coisas) temos espectadores de várias categorias, isto é, existem os espectadores que compram os seus bilhetes, ou pacotes anuais e as claques legais e ilegais (GOA-Grupos organizados de adeptos, assim designadas as claques).

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Pergunta-se como é possível haver num estádio, num espectáculo pago,  com a presença tanto de polícia como de segurança privada, algo como claques ilegais? Afinal quem vende esses bilhetes, quem financia os transportes, as refeições,  as tarjas, etc?

Considero inteiramente inaceitável esta situação de toda a gente saber que existem, mas não se fazer nada. Os artefactos pirotécnicos são proibidos, mas eles lá estão e continuam a ser lançados nos diferentes estádios. Afinal, será que é necessário voltar a haver uma desgraça para que se tomem medidas? 

publicado às 03:46

Análise depois do Clássico com toque Vimaranense!

Rui Pedro Barreiro, em 07.01.20

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Vou tentar ser o mais isento possível neste meu escrito. Sou sportinguista, gosto muito de futebol e sou um grande apreciador dos bons espectáculos que os chamados "artistas da bola" nos proporcionam.

Assim, vou dar a minha breve opinião sobre os jogos Guimarães/Benfica e Sporting/Porto. O Vitória foi claramente superior e perdeu o jogo. Provavelmente, com Paulinho Cascavél teria ganho (relembro os mais novos que Paulinho Cascavél foi um excelente ponta de lança que nos deu alegrias e não é o nome de nenhum árbitro internacional).

O comentador de arbitragem da Sport TV, no final da partida, disse claramente que ficou uma grande penalidade por marcar a favor do Vitória e que no mínimo o VAR Rui Costa deveria ter sugerido a Nuno Pinheiro o visionamento do lance com as diferentes câmaras. Tenho a certeza que se tal lance ocorresse na grande área do Sporting teria sido marcado a respectiva falta e mostrado um cartão ao jogador do Sporting, acontecendo o mesmo se fosse na área do Guimarães.

O Vitória não merecia perder o jogo. Ivo Vieira armou bem a sua equipa e causou muitos problemas ao Benfica, que ganhou praticamente sem dominar, em nenhuma ocasião, o jogo, tendo até demonstrado super ineficácia. O comportamento dos adeptos encarnados voltou a ser mau, muito mau, quero ver o que irá acontecer. Alguém me explica porque foi repetida a equipa de arbitragem do jogo do Benfica com o SC Braga? Alguém me explica porque razão jogos destes não são arbitrados por árbitros internacionais? 

Ao contrário do que pode parecer não gosto nada de falar de árbitros e de arbitragens. Já o disse e escrevi várias vezes, em diversos locais. Mesmo quando acho que o Sporting é prejudicado muito raramente faço apreciações aos erros de arbitragem.

Na verdade, durante um jogo todos erram e é, muitas vezes, dos erros de uns que nascem os golos de outros. Treinadores e jogadores erram, mas, como sempre, o clubismo perdoa rapidamente esses lapsos. Já os árbitros não podem errar, apesar de ser da natureza humana o erro. Para dirigentes e treinadores dá jeito chamar esses erros, os que existem e os que não existem para camuflar os seus.

Quando se escolhem reforços para uma equipa, que acabam por não jogar ou que quando jogam demonstram não ser reforços, o que se pode dizer? E quando se mexe mal na equipa porque não se assume o erro? Ou se se está convencido que as opções tomadas foram as correctas e que falta tempo de trabalho conjunto a alguns dos reforços, porque razão não se assume frontalmente essa questão? Não assumir os erros próprios pode não ajudar a reconhecer o que de menos bom se fez e a modificar o que deve ser corrigido.

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Dito isto, passo ao 'Clássico' Sporting/Porto. Como disse no final do jogo e escrevi a sair de Alvalade, não gostei do jogo e ainda menos do resultado. Não podemos falhar tanto. Como espectadores e adeptos, temos que exigir mais destas duas equipas cujos orçamentos são elevadíssimos para o contexto do futebol profissional nacional.

Criámos várias oportunidades e colocámos, nalgumas alturas do jogo, o FC Porto em grandes dificuldades, mas reforço, não gostei do jogo. Para mim exigia-se mais de ambas as equipas e, obviamente, não gostei do resultado porque não achei o Porto superior e acabamos por perder! Nem sei porque me lembrei do Bas Dost!

Fora do relvado achei inaceitável o comportamento dos supostos adeptos do topo sul que, entre outras coisas, lançaram tochas para o relvado (atitude sempre condenável), na direcção de Luís Maximiano. Sofremos dois golos que mostram porque razão temos uma defesa com golos sofridos muito acima do que se exige a um clube com o nosso orçamento anual.

As substituições de ambas as equipas vieram reforçar a ideia da nossa falta de opções face a outros clubes. Devo destacar as exibições de Marcus Acuña ( com a sua raça e crer) e de Luís Maximiano, que na fase final evitou que a diferença no resultado fosse maior, apesar das oportunidades de Vietto e de Coates.

A presença de espectadores acima dos quarenta mil, com muitos jovens e famílias, veio contrariar muitas das vozes que parece que só sabem ver a versão do copo meio vazio e só apontam os erros da actual Direcção ( e houve alguns ), mas esquecem a  recente e terrível gestão do destituído presidente e ex-sócio do Sporting.

Ouvi e li críticas às declarações de Silas sobre o terceiro lugar. Não as entendo. Será que para chegar ao segundo lugar não temos primeiro que garantir o terceiro? Vêm aí Setúbal e Benfica (campeonato), e o final four da Taça da Liga. Desafios que precisam de apoio dos nossos adeptos e uma equipa o mais consistente possível. Sobre saídas e reforços prometo escrever brevemente.

publicado às 03:48

Hoje é dia de Clássico

Rui Pedro Barreiro, em 05.01.20

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Vamos a Alvalade na expectativa única de ver um grande jogo. Obviamente, queremos um grande jogo, uma boa arbitragem e a vitória do nosso Sporting. Confesso que depois de ver o Vitória com o Benfica, um jogo em que a melhor equipa não ganhou e a arbitragem e o VAR tiveram influência no resultado fiquei ainda com mais vontade de conseguir ver aqueles três objectivos concretizados.

Em termos de plantel temos que reconhecer que o FC Porto tem mais opções. Em termos orçamentais também nos ganham. Todavia, o futebol tem muita raça e crer e nessa área temos um jogador imbatível... Bruno Fernandes. Espero que toda a sua categoria seja concretizada com uma extraordinária exibição.

Outra boa exibição que gostaria de ver é a de Luciano Vietto. Tem futebol que chegue para nos encantar. Oxalá esteja numa tarde inspirada. Mathieu e Acuña também devem fazer daqueles jogos inesquecíveis. Se assim for, o nosso Sporting sairá com os três pontos. Venha lá essa vitória, essa boa exibição e essa boa arbitragem. Nós vamos cumprir a nossa missão no estádio e apoiar a equipa até ao fim.

publicado às 02:49

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