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Golo (e as hienas...)

Rita Garcia Pereira, em 20.04.19

 

Ainda a festejar o golo de Luiz Phellype perante o Nacional, dou por mim a ler as últimas notícias sobre o Sporting, após uns dias de (meu...) black out.

 

Concordo com os que dizem que o conteúdo da auditoria não deveria ter sido divulgado da forma que foi e sem estar expurgado de toda aquela informação que não deveria ser do domínio dos nossos adversários.

 

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Quanto a mim, o sítio mais apropriado seria uma Assembleia Geral e, eventualmente, até a mesma em que serão apreciados os recursos das sanções entretanto aplicadas pelo CFD. Suspeito, embora sem ter a certeza absoluta, como é que a mesma saiu para a praça pública e qual a motivação subjacente, acto pelo qual a Direcção, quer queira, quer não, é responsável.

 

Dito isto, não deixo de achar muito interessante que alguns dos ali visados tentem retirar da mesma vantagem, como sucedeu, por exemplo, com Carlos Vieira, protagonista de uma recém-entrevista bastante curiosa, em que se permite passar à frente das ilegalidades que se conhecem e das quais é, pelo menos parcialmente, responsável, e centrar tudo na forma como a mesma foi divulgada.

 

Privilegiar a forma sobre o conteúdo é uma táctica sobejamente conhecida, principalmente quando não se tem interesse algum em discutir o segundo. Nunca gostei de contabilistas arvorados em grandes gestores como nunca fui admiradora de hienas. Quando ambas as características se centram numa pessoa o resultado nunca é famoso.

 

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publicado às 04:01

E depois do empate...

Rita Garcia Pereira, em 26.02.19

 

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Mera adepta de bancada e incapaz de grandes comentários sobre a técnica, não fico feliz com o empate com o meu segundo clube de eleição, o Marítimo. Por mais críticas que tivesse à anterior Direcção, e tinha muitas, nunca quis que o Sporting perdesse ou empatasse, apenas para justificar uma qualquer posição.

 

A autofagia é, porventura, a característica que tem sido mais demonstrada nos últimos tempos. Independentemente de existirem motivos para críticas.

 

Vem isto a propósito do que li nas redes sociais sobre o jogo de ontem, aliás à semelhança do que li sobre o Villarreal. Para alguns incautos, a anterior Direcção não foi afastada por maus resultados desportivos, caso contrário teria caído no primeiro ano. Significa isto que temos de tolerar tudo? Também não. Mas daí a pedir destituições vai um passo grande que, como é óbvio, não dou.

 

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publicado às 11:32

Até logo...

Rita Garcia Pereira, em 06.02.19

 

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Escrevo, após umas semanas de silêncio, deliberadamente neste dia e antes do jogo. É fácil ser do Sporting quando ganhamos. Difícil é estar presente nas derrotas.

 

Não sou, portanto, como os que rasgam cartões à menor contrariedade. Estarei a torcer pelo Sporting, como sempre estive, mesmo sabendo que não é o seu melhor momento. Contudo, não é, seguramente, o pior.

 

Aos que, ao fim de menos de 200 dias de mandato, já pregam por assembleias destitutivas (quando, antes, num primeiro momento, não admitiam sequer a sua existência e, depois, vieram trazer pretensos ramos de oliveira, com promessas vãs de paz) e fazem listas de pessoas que querem abater (e nas quais figuro com muito gosto, registe-se...) só tenho um comentário: criem uma seita só vossa e sejam felizes. Um clube não é um presidente, seja ele qual for.

 

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publicado às 16:46

Ser do Sporting... Take II

Rita Garcia Pereira, em 15.01.19

 

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Tenho estado aqui a pensar que o que distingue o Sporting de outros clubes é o facto de sermos autofágicos. Independentemente de gostarmos ou não da actual Direcção, ganharam as eleições. Dito isto, o que se devia estar a fazer, em vez de apelos constantes a um passado que não pode deixar grande memória, é olhar para o futuro. Não o futuro de cada um dos membros que ocupa um concreto lugar na Direcção mas o de um Clube que deveria estar acima de questões pessoais.Quem não percebe isto pode ser de um clube qualquer mas dificilmente será deste. )

 

Fui das que se rendeu ao actual treinador e, não obstante os últimos resultados, mantenho que a sua vinda teve muito mais vantagens do que desvantagens. Importa não esquecer o estado do Clube há uns meses, da mesma forma que a questão financeira não se iniciou com Alcochete (apenas piorou com o que de grave ali se passou dramaticamente). Não é mistério algum que o Sporting apresenta fragilidades e, ainda assim, tem sido capaz de apresentar uma resistência inédita.

 

É muito fácil celebrar vitórias. Os verdadeiros Sportinguistas, contudo, são os que sabem, também, estar nas derrotas. E, do mesmo passo, os que, a coberto de interesses pessoais, não transformam empates em derrotas. De facto, muitas vezes, os nossos piores inimigos estão demasiado perto.

 

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publicado às 19:46

Prémios Stromp

Rita Garcia Pereira, em 12.12.18

 

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Partilho aqui uma estranheza a este título, a par de outras que tenho guardado para mim. Foram anunciados os Prémios Stromp, contando entre uma das categorias (e bem...) o agradecimento a todos os sócios. Sucede que se anunciou também um prémio atribuído por "serviços relevantes", seja lá o que isso for mas que reputo estar associado aos juristas (leia-se advogados) que deram o seu contributo. A par de outras perplexidades, denoto aqui a omissão do evidente agradecimento que competia, em primeiríssima linha, atribuir: aos funcionários do Clube. Quem esquece o que está na base tem tendência para falhar o essencial.

 

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publicado às 11:45

Ser do Sporting...

Rita Garcia Pereira, em 19.11.18

 

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Está ainda em curso o prazo para subscrever as obrigações do Sporting. Divergências à parte (e tenho tido algumas...), este é um dos momentos em que todos os sportinguistas, podendo, devem mostrar o que valem. O Sporting é (e será sempre) muito maior do que as pessoas que ocupam os seus órgãos sociais a cada momento e, agora, a forma que temos de demonstrar o que podemos e devemos fazer é, não apenas ir ao estádio, como dar a dita ordem de subscrição. Porque o Sporting é, também, um pouco de cada um de nós.

 

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publicado às 17:24

De olhos postos no futuro

Rita Garcia Pereira, em 13.11.18

 

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Para qualquer Sportinguista, os actuais tempos são indubitavelmente dos mais conturbados que se possam viver. Num momento em as atenções deviam estar viradas para o Benfica, temos de novo o foco centrado em nós. O exercício que proponho, contudo, é o oposto: o Sporting é muito mais do que um grupo de pessoas e o futuro não estará, seguramente, no Tribunal do Barreiro. Está em nós, aqueles cuja preocupação com os destinos do Clube deve ser manifestada muito para além da realidade paralela nas redes sociais. 

 

No domingo, estivemos poucos mais vinte mil. A pergunta, portanto, não é o que se passou nos anos em que o Bruno de Carvalho esteve à frente do Clube. É, na minha opinião, o que devemos nós fazer e onde devemos estar. E a resposta é óbvia: se sabemos porque não ficamos em casa, o nosso lugar é no estádio.  

 

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publicado às 16:28

Aos funcionários do Sporting Clube de Portugal

Rita Garcia Pereira, em 11.07.18

 

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(Não podia deixar de começar sem agradecer quem aqui me admitiu. É uma honra. Obrigada.)

 

À laia de apresentação, sou sportinguista desde que me conheço e devo ao Clube a ginástica respiratória que me permite hoje estar entre os vivos. Dito isto, não escreverei sobre a espuma dos dias, certa de que os tempos conturbados assentarão e o que permanece - e permanecerá - é o Sporting Clube de Portugal, que não se confunde com as pessoas que, a cada momento, o representam.

 

Eventualmente por defeito profissional, inicio as hostilidades falando e agradecendo também aos trabalhadores do Clube: aos que não aparecem todos os dias na Comunicação Social, aos que não ganham milhões, aos que não têm avenças milionárias. Mais do que pelos seus representantes, o Sporting Clube de Portugal existe por causa deles e do seu trabalho, o qual tantas vezes é ignorado.

 

Mesmo que não sejam falados, há aqui, pelo menos, uma alma que lhes agradece o esforço e a dedicação que, depois, permite a glória.  

 

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publicado às 10:36

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