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O clima de convulsão no futebol português está para durar. Depois dos e-mails do Benfica, que alegadamente tinham como objectivo controlar o futebol nacional, agora é a vez de o FC Porto ser acusado de ter arquitectado uma rede cujo principal alvo seria acabar com a hegemonia benfiquista dos últimos anos.

 

Curiosamente - com ou sem fundamento - o Sporting também é acusado de assumir um papel nesta alegada rede operada pelo clube do Norte.

 

Vejamos as principais questões que estão a ser reportadas:

 

Segundo uma recém-denúncia enviada ao Ministério da Justiça, à Procuradoria-Geral da República, ao DCIAP, à PJ, à Liga Portuguesa de Futebol e à Federação, o FC Porto terá montado uma rede que se reunia todas as semanas no hotel AC Porto Marriot, junto ao estádio do Dragão, para delinear uma estratégia na Justiça, na polícia e nos media para descredibilizar o Benfica. A denúncia discrimina os nomes de vários dirigentes portistas, assim como magistrados, agentes da Polícia Judiciária e jornalistas.

 

Tudo começou em abril de 2017, quando se deu a “compra da correspondência privada do SLB”, naquele que ficou conhecido como “caso dos e-mails”. Depois da “compra” dos e-mails, as informações eram então passadas para vários blogues afectos a portistas e sportinguistas. Mais tarde, numa outra reunião no hotel Altis, em Lisboa, elementos da estrutura do FC Porto e do Sporting terão definido os “timings” para a revelação das informações dos benfiquistas.

 

Além disso, nesta reunião no Altis, terá ficado estabelecido que também elementos do Sporting teriam de ir acompanhando e comentando as informações que viessem a público.

 

Elementos das estruturas do FC Porto e Sporting ficariam responsáveis por veicular as informações dos e-mails para comentadores em programas de debate televisivo, jornais como o Expresso, O Jogo ou Jornal de Notícias e ainda para RTP, revista Sábado e Correio da Manhã.

 

Contactada pelo jornal i, a Procuradoria-Geral da República admite que “recentemente têm sido recebidas algumas denúncias, designadamente anónimas, relacionadas com o fenómeno desportivo e envolvendo vários clubesO Ministério Público, sempre que tem conhecimento de factos susceptíveis de integrarem a prática de crimes, procede em conformidade, encaminhando-os para investigação”.

 

A “influência” da rede montada pelo FCP

 

A denúncia fala também das “evidências” em como o FC Porto domina as decisões da Justiça. O documento dá-se a elencar oito decisões judiciais em que os portistas foram beneficiados. Entre elas está a decisão do Tribunal de Guimarães relativamente ao processo “Fénix”, que absolveu Pinto da Costa e Antero Henrique e que já foi objecto de recurso por parte do DCIAP; a forma como Rafa, jogador emprestado pelo FC Porto ao Rio Ave, foi afastado do processo de alegada viciação de resultados por parte dos vila-condenses; e também as fugas de informação de processos judiciais como o do caso dos emails e vouchers.

 

A queixa diz ainda que “desde há duas semanas que o núcleo restrito do FCP referenciado garante e gaba-se em reuniões internas e em contactos com jornalistas que têm a garantia de que o processo da PJ que concentrou vouchers, emails e jogos comprados que envolve o SLB, concluirá por uma acusação conforme os seus desejos, apesar de reconhecerem que será difícil provar algum crime de corrupção ou tráfico de influência em concreto”.

 

Os portistas teriam como objectivo mostrar às autoridades que existia uma estratégia por parte do Benfica para controlar os diversos sectores do futebol português “e que tal seria provado, não por evidências concretas, mas através de uma montagem de uma espécie de puzzle com base em diferentes emails”, lê-se na denúncia.

 

Factos que podem ser “facilmente confirmados”

 

A denúncia, que é feita de forma anónima para preservar “a integridade física” dos autores e por “receio de represálias”, diz ainda que os “factos podem ser facilmente confirmados” quer através do arquivamento do processo Fénix, quer através do chumbo da providência cautelar do Benfica sobre a divulgação dos emails.

 

“Quase toda a gente no Porto sabe quem são os representantes da justiça que costumam frequentar os camarotes do estádio do Dragão, pertencem aos seus órgãos sociais e têm um longo historial de decisões que ultrapassam qualquer lógica sempre que está em causa os interesses de Pinto da Costa e dos dirigentes do FCP”, lê-se na carta.

 

Novos e-mails

 

Recorde-se que já na semana passada foram tornados públicos no blogue “mercado de Benfica” novos e-mails que alegadamente revelavam que já em 2012 o Benfica tinha como objectivo o “reforço/controlo” da arbitragem, do poder político, dos media e da Justiça. Segundo a revista Sábado, esta mensagem terá sido divulgada a vários elementos da SAD do Benfica em junho de 2012.

 

O referido e-mail terá sido enviado por Domingos Soares Oliveira, administrador da SAD benfiquista. O documento “powerpoint” alegadamente estabelecia “desafios na vertente externa” que passariam por aplicar uma estratégia a cinco anos com o objectivo de “reforçar o controlo/influência” nas áreas de poder no futebol, como a Federação, conselho de arbitragem, poder político, meios de comunicação social e na Justiça.

 

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publicado às 03:10

 

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O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol recusou retirar o cartão amarelo a Bryan Ruiz na partida frente ao Boavista, depois do Sporting ter enviado um requerimento.

 

O jogador costa-riquenho tinha visto um cartão na partida de domingo frente ao Boavista, no lance que se seguiu à mão de Robson que originou a grande penalidade.

 

Fábio Veríssimo deu amarelo a Bryan Ruiz depois da falta do costa-riquenho sobre Rochinha. A seguir, o árbitro consultou o VAR, em relação ao lance anterior na área do Boavista e assinalou grande penalidade.

 

O Sporting fez um requerimento para que o cartão amarelo fosse retirado, mas o Conselho de Disciplina não lhe deu razão. A causa prende-se com o facto de que mesmo com o jogo parado, as acções contra a integridade física de um adversário podem ser na mesma sancionados.

 

Não tive oportunidade de rever os Regulamentos e reconheço que um jogador pode ser sancionado mesmo com o jogo parado, mas as circunstâncias não foram exactamente essas. O que ocorreu, na realidade, foi que tudo do jogo depois da falta para grande penalidade e até ao momento de Fábio Veríssimo interromper a partida para consultar o VAR foi anulado, quase como se nunca tivesse existido. A falta de Bryan Ruiz integra esse espaço de tempo.

 

Há dias, num outro jogo que neste momento não consigo precisar, um jogador viu o cartão amarelo por despir a camisola ao celebrar um golo que minutos mais tarde foi invalidado. Face às circunstâncias, gostaria de saber se a sanção se manteve. 

 

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publicado às 03:09

 

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A Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto da Assembleia da República aprovou por unanimidade a admissibilidade da petição que solicita o reconhecimento das edições do Campeonato de Portugal entre 1922 e 1938.

 

"A petição deu entrada com uma nota técnica de admissibilidade e como respeitava as condições exigíveis foi aprovada por unanimidade pela comissão", disse à agência Lusa o coordenador da Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto e deputado do PSD, José Carlos Barros.

 

Admitida a petição, apresentada por Paulo Alexandre Silva Almeida, cabe agora ao relator escolhido, o deputado Joel Sá, do PSD, emitir um parecer, depois de proceder a novas audições, quer junto dos peticionários, quer junto de outras entidades ou personalidades, caso assim o entenda, parecer esse que porá à consideração da comissão.

 

De acordo com José Carlos Barros, o relatório final terá sempre de ser agendado para debate em plenário do Parlamento, uma vez que a petição tem mais de quatro mil assinaturas.

 

O primeiro peticionário do requerimento de 4470 assinaturas, Paulo Alexandre Silva, é gestor de produto do Sporting e no documento enviado para a Assembleia da República denuncia o facto de a "Federação Portuguesa de Futebol não reconhecer as 17 edições do Campeonato de Portugal (única prova nacional disputada entre 1922 e 1938), não respeitando assim a história dos Clubes e Jogadores que venceram dentro de campo".

 

A Federação Portuguesa de Futebol considera que o Sporting conta atualmente com 18 títulos, enquanto os peticionários alegam que o clube soma 22.   

 

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publicado às 03:08

Pinto da Costa e os exclusivos

Rui Gomes, em 25.04.18

 

Em Alvalade, a equipa de Conceição garantiu que a época não lhe fará justiça suficiente. Mas pode ser histórica na mesma.

 

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Ao fim de quatro anos de jejum, sair da Taça em Alvalade nunca poderia ser bem digerido pelo FC Porto ou pelos portistas. O campeonato, que está longe de se confirmar, é pouco para uma equipa tão marcante e, talvez, ameaçada de desmantelamento. O título descreve mal os afazeres de Sérgio Conceição assim como as ganas de um grupo de jogadores muito açoitados, de várias formas, nas épocas anteriores. As duas figuras do momento, Herrera e Marega, são os melhores exemplos disso.

 

Em Alvalade, este FC Porto perdeu, sobretudo, a hipótese de fazer justiça a si próprio e à relevância que devia ter na história. Resta-lhe a hora agá: a possibilidade de roubar ao Benfica, pelo menos por mais meia década, o feito de igualar o penta, um dos exclusivos de Pinto da Costa, que ontem celebrou 36 anos de presidência. A acontecer, será uma intervenção no limite e histórica também por causa disso.

 

Das muitas análises que anteontem ouvi e li à vigência de Pinto da Costa, há um termo reincidente: "Clube regional." Foi usada de duas maneiras, ou para catalogar o FC Porto que este presidente encontrou em 1982, ou (e acima de tudo) para defender que o grande fracasso dele foi nunca ter conseguido dar ao emblema uma dimensão nacional.

 

Para além de desonesta, por ignorar que Sporting e Benfica conseguiram essa dimensão em tempos muito diferentes dos actuais, essa tese esquece um detalhe que está, por estes dias, mais claro do que nunca: a escala nacional do FC Porto dependeu sempre menos de Pinto da Costa do que da grande máquina que o combateu e que continua a combatê-lo sempre que, como agora, invoca o "clube regional". Nem falo de falta de escrúpulos; só de boa vontade, que é óbvia. 

 

José Manuel Ribeiro, jornal O Jogo

 

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publicado às 03:07

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 24.04.18

 

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 Um dos carros mais caros do Mundo

1954 Aston Martin DB2/4 Bertine Spider - Leilão 2016 - 3 milhões de dólares

 

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publicado às 22:30

 

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O quarto jogo da final do play-off do campeonato nacional de voleibol, disputado entre Benfica e Sporting, foi alterado para domingo, dia 29 de abril, anunciaram os encarnados no seu site oficial. O jogo, inicialmente agendado para sábado às 15h00, foi alterado para domingo, às 18h15.

 

Os play-offs são disputados à melhor de cinco e o Sporting encontra-se em vantagem, tendo vencido duas das três partidas jogadas até à data, enquanto que o Benfica venceu apenas uma. As águias precisam de vencer este domingo para continuar a lutar pela conquista do campeonato nacional.

 

O quarto dérbi da final vai assim decorrer no Pavilhão nº2 da Luz, no domingo, às 18h15. Caso haja negra, a mesma está, para já, agendada para 1 de maio, às 16h00, no Pavilhão João Rocha.

 

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publicado às 20:45

 

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O site UOL Esportes dedica esta terça-feira um extenso artigo a Wendel - antigo jogador do Fluminense - e à situação por que passa em Lisboa, fazendo referência a um alegadp conflito entre a Sporting SAD e o treinador no que diz respeito ao médio.

 

Jorge Jesus já disse que o jogador que em Janeiro custou cerca de 7,5 milhões de euros aos cofres da SAD leonina não joga mais porque precisa adaptar-se ao futebol europeu. Chegou a considerar que "jogar no Fluminense não é a mesma coisa que jogar no Sporting", o que causou algum mau estar do outro lado do Atlântico, com o técnico do 'Flu', Abel Braga, a considerar o comentário iinfeliz.

Mas o site brasileiro, que cita fontes supostamente leoninas, fala de um "conflito entre a SAD e Jesus" e assume que Marcus Wendel terá sido contratado sem o aval do técnico.
 
Participou em 4 jogos, 3 dos quais como suplente utilizado, acumulando 114 minutos de jogo. Estreou-se a 18 de Março frente ao Rio Ave.
 
"Deus, se não fosse você não suportaria esse mundo". Esta frase surgiu no twitter de Marcus Wendel na semana passada, no dia da meia-final da Taça de Portugal com o FC Porto, jogo em que pmédio brasileiro nem ao banco foi.
 
É perfeitamente natural que o jovem brasileiro venha a sentir alguma frustração neste seu período de adaptação ao futebol português/europeu, tendo em consideração que estava habituado a jogar com regularidade no Fluminense.
 
Se foi ou não contratado sem o aval de Jorge Jesus - até não surpreenderia, não sendo o primeiro - este jogador nunca devia ter sido adquirido no período de transferências de Janeiro, salvo por circunstâncias excepcionais em que a SAD temia perder o activo face ao possível interesse de outros clubes.
 
O mercado de Inverno visa o reforço da equipa no imediato, para aliviar o desgaste do restante plantel na segunda parte da época. Terá sido o maior erro da SAD não ter contratado com esta consideração em mente. Além de Wendel, também chegaram Misic e Lumor, em quase idênticas circunstâncias. A excepção foi Rúben Ribeiro, e como temos observado, fica longe de satisfazer o nível competitivo de uma equipa como o Sporting.
 
Este equívoco da SAD e a gestão do plantel por Jorge Jesus, ajudam a explicar as lesões musculares que têm surgido em semanas recentes e o facto de muitos jogadores evidenciarem dificuldades físicas. 
 
Bruno Fernandes: 50 jogos/4346 minutos - Gelson Martins: 48 jogos/4006 minutos - Marcus Acuña: 50 jogos/3726 minutos - Sebastián Coates: 50 jogos/4530 minutos, só para nomear alguns e sem contabilizar jogos de selecção.
 
Quando a época terminar, o Sporting terá estabelecido novo recorde no futebol português com 60 jogos numa só temporada.
 

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publicado às 15:30

Cartoon do dia

Rui Gomes, em 24.04.18

 

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Nova definição "encarnada" de goleada!

 

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publicado às 12:46

Sporting Clube, marca de Portugal

Rui Gomes, em 24.04.18

 

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A opinião de Carlos Coelho, Presidente da Ivity Brand Corp e da Associação Portugal Genial.

 

Goste-se ou não, o futebol é uma marca estruturante do nosso tecido identitário. As marcas dos clubes representam, para além de golos, formas de estar, exemplos, valores, espaços de extroversão e paixão, como poucas marcas comerciais conseguem ser.

 

O Sporting é um destes redutos. É contudo uma marca ferida nas últimas décadas pela óbvia ausência de resultados consistentes no futebol, mas orgulhosa dos seus valores fundacionais – Esforço, Dedicação, Devoção e Glória – de José Alvalade e do seu Leão rompante. São mais de 20 000 títulos em diversas modalidades. O quinto clube do mundo com mais sócios, 150 mil membros. É a marca desportiva portuguesa com mais medalhas olímpicas, a primeira a fornecedor um jogador de futebol à selecção da Europa – Peyroteo, e o único clube do mundo a formar dois dos melhores jogadores de futebol de sempre: Luís Figo e Cristiano Ronaldo.

 

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O Sporting Clube de Portugal é uma marca centenária, por seu lado Bruno de Carvalho é uma marca recente, inflamável, mais adepta que presidencial. Capaz de organizar as contas e de unir claques, mas de desorganizar os princípios. Uma marca que alimenta o fogo de vencer com gasolina de instigação. Uma marca que se tem organizado em torno da promessa de resultados e não de valores. Uma marca facebookiana. Que ama o Sporting, mas que gere como se fora ele que o estivesse a inventar, empossando-se de agir com o leão de si próprio e não com o espírito Leonino que deveria representar.

 

O que se coloca nesta análise não é de natureza desportiva. A questão surge quando a marca de um gestor se sobrepõe à marca da instituição que gere. Quando assim acontece, ou existe uma plena harmonia entre marcas, instituição e pessoa, ou o desalinhamento acabará por resultar num fracturante conflito, que acabará por enfraquecer ambas as partes.

 

Pela evidência à vista, Sporting e Bruno de Carvalho são hoje duas marcas desalinhadas que se incompatibilizaram, ou que talvez nunca tenham sido compatíveis. Pontapear uma marca alegando amor é o último reduto de quem está perdido no sentir profundo de um clube, que naturalmente quer ganhar, mas que acima de tudo não quer perder a sua dignidade, o seu respeito, a sua educação, a sua marca. Deixo uma nota final a todos os dirigentes de clubes de Portugal que tantas vezes insistem em dar tão maus exemplos ao país. Que marca querem deixar para as gerações futuras. Ser só bola?

 

***Agradecemos a gentileza da referência ao leitor LEÃO DA GUIA

 

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publicado às 03:29

 

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FC Porto: Marítimo (fora), Feirense (casa), V. Guimarães (fora);

Benfica: Tondela (casa), Sporting (fora), Moreirense (casa);

Sporting: Portimonense (fora), Benfica (casa), Marítimo (fora);

Braga: Belenenses (fora), Boavista (casa), Rio Ave (fora).

 

O FC Porto lidera a classificação com 79 pontos, seguido pelo Benfica com 77, Sporting 74 e SC Braga 71.

 

Considerando o estado de cada equipa e o respectivo desempenho nestas últimas semanas, qual delas vai sentir maior dificuldade em atingir o seu objectivo ?

 

Além do enquadramento competitivo em si, existem factores laterais que poderão afectar as equipas, pela negativa. A exemplo, é hoje reportado que o presidente do Sporting continua a enviar mensagens para os jogadores, disposição que desagrada e preocupa Jorge Jesus.

 

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publicado às 03:28

Responsabilidade

Rui Gomes, em 24.04.18

 

O VAR não pode servir para aliviar os árbitros da obrigação de decidir.

 

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1 Há lances que faz sentido deixar correr, aproveitando a cobertura dada pelo VAR para evitar que eventuais erros sejam irreversíveis. Um fora de jogo duvidoso num lance de golo eminente, por exemplo. Uma falta discutível a meio-campo da qual resulta uma clara oportunidade, talvez. Agora, não faz sentido que os árbitros pura e simplesmente se abstenham de decidir em lances tão claros como foi o penálti cometido por Robson em Alvalade.

 

É impossível que Fábio Veríssimo e o assistente que acompanhava o ataque do Boavista não tenham visto o lance e, vendo-o, é incompreensível que não o tenham assinalado de imediato. O resultado foi um amarelo que Bryan Ruiz não devia ter sido obrigado a forçar. O VAR é uma ferramenta de precisão. Se começar a servir de pau para toda a obra como forma de desresponsabilizar os árbitros pode acabar por ser pior a emenda que o soneto.

 

2 Uma semana depois da verdadeira batalha campal entre adeptos do Benfica que se seguiu ao clássico da Luz e da qual resultaram sete detidos e seis polícias feridos - "seis polícias feridos" é o tipo de expressão que merece ser repetida a ver se entra pelos olhos de alguns responsáveis adentro -, o silêncio e a inação do Estado, concretamente do IPDJ e da Secretaria de Estado do Desporto e da Juventude (SEDJ), para já não falar do Ministério da Administração Interna, criou as condições ideais para os confrontos a que se assistiu no final do Estoril-Benfica.

 

Desta vez, houve adeptos encarnados que se deram ao trabalho de dar a volta ao estádio para forçarem a entrada na bancada central onde se multiplicaram as agressões, obrigando a uma intervenção musculada da GNR. Do IPDJ e da SEDJ, mais uma vez, nem uma reação, só silêncio que também passa uma mensagem clara: quem cala, consente.

 

Jorge Maia, jornal O Jogo

 

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publicado às 03:27

 

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De acordo com informação avançada pela revista "France Football", Messi atingiu, entre salário bruto, prémios e receitas publicitárias, um acumulado de 126 milhões de euros (M€), enquanto Cristiano Ronaldo se situou nos 94 M€.

 

Na última temporada, o jogador português tinha liderado as receitas, então com 87,5 M€, seguido de Messi, com 76,5, o que significa que o argentino viu crescerem os valores em mais 49,5 M€.

 

A lista milionária de 2017/18 prossegue com o brasileiro Neymar, com receitas na ordem dos 81,5 M€, e fecha o 'top 5' com o galês Gareth Bale, nos 44 M€, e o espanhol Gérard Piqué, já em distantes 29 M€.

 

Nos treinadores, José Mourinho, do Manchester United, continua a ser quem mais receitas teve, também entre salários brutos, prémios e contratos publicitários, com 26 M€ em 2017/18.

 

O italiano Marcello Lippi, seleccionador da China, surge em segundo, com 23 M€, e em terceiro o argentino Diego Simeone, treinador do Atlético de Madrid, com receitas na ordem dos 22 M€.

 

Simeone situa-se à frente de Zinedine Zidane, bicampeão europeu com o Real Madrid, que soma 21 M€, e do espanhol Pep Guardiola, esta época campeão pelo Manchester City, com 20 M€.

 

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publicado às 03:26

Gosta de carros ?

Rui Gomes, em 23.04.18

 

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Um dos carros mais caros do Mundo

2017 Acura NSX - 1,2 milhões de dólares

 

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publicado às 22:30

 

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O Benfica B foi até Alcochete bater o Sporting B por 2-1, em encontro da 35.ª jornada da Segunda Liga. No dérbi dos Bês, a formação de Luís Martins adiantou-se no marcado raos 24 minutos por Pedro Marques.

 

Mas a equipa da Luz  viria a dar a volta ao jogo por intermédio do central Branimir Kalaica aos 32 minutos. No segundo tempo, David Tavares fez o golo da vitória do Benfica. A tarefa leonina ficou mais complicada com a expulsão de Tiago Djaló aos 89 minutos.

 

Com este resultado,a equipa 'encarnada' subiu ao 11.º posto com 45 pontos. Já o Sporting B continua em zona de despromoção, ocupando o 18.º lugar com 38 pontos.

 

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publicado às 17:47

Futebol com humor à mistura (28)

Rui Gomes, em 23.04.18

 

Rogério Casanova, jornal Expresso, com a sua análise humorística à performance dos jogadores do Sporting, neste caso concreto de Gelson Martins, Marcus Acuña e Stefan Ristovski, no jogo de domingo frente ao Boavista.

 

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Gelson Martins

 

O que fazer perante um jovem jogador que, mais uma vez, se fartou de improvisar desequilíbrios individuais, transformar bolas perdidas em lances de perigo com um ou dois toques, rematar à baliza, assistir colegas, e auxiliar incansavelmente o lateral no seu corredor? Perante um jogador que vai mostrando uma disponibilidade física e mental quase sobrenaturais? Que se revela o único com frescura suficiente nos últimos minutos de uma vantagem mínima para decidir, sempre com acerto, quando temporizar e recuar, ou quando acelerar e esticar o jogo? E tudo isto na fase final de uma época em que já leva mais de 4000 minutos nas pernas (além de treze golos e dez assistências)? Creio que a reacção mais apropriada e mais sportinguista é colocar de imediato três questões: “Porque é que não és melhor?” “Porque é que não fazes TUDO bem, em vez de fazeres apenas a maioria das coisas bem?” “Porque é que de vez em quando nos irritas?”.

 

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Marcus Acuña

 

Quando algo é feito com tanta insistência, e reiterado de forma tão constante, é legítimo supor que se trate de algo deliberado: fruto de uma crença enraizada e não de uma mera resposta pragmática às circunstâncias. Acuña repete tantas vezes os mesmos dois movimentos – (1) receber a bola e virar as costas ao marcador directo; e (2) cruzar às cegas na direcção geral da área – não porque julga serem essas as melhores alternativas em determinados momentos do jogo, mas porque acredita nas ideias enquanto ideias: na ideia de receber a bola e virar as costas ao marcador directo; na ideia de cruzar às cegas na direcção geral da área. Acuña é um ideólogo e vai lutar por isto da mesma maneira que algumas pessoas lutam por um Estado Mínimo, e outras por um Rendimento Básico Incondicional: até ao limite das suas forças, ou até integrar um elenco governativo.

 

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Stefan Ristovski

 

Ao minuto 11 deixou-se fintar perto da linha do meio-campo e ficou estatelado no meio do chão enquanto Mateus arrancou com a bola por ali fora. A medida mais rigorosa da exibição de Ristovski esta noite é que foi ele próprio a ir fazer a dobra, aparecendo alguns segundos depois a desarmar Mateus já dentro da área. Sempre agressivo, muito bem na antecipação, e despachado no ataque, está a criar as condições para o que o Sporting se veja eticamente obrigado a entregar setecentos e cinquenta mil euros adicionais ao Rijeka.

 

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publicado às 15:35

O armazém de talentos

Rui Gomes, em 23.04.18

 

Conjugado com os bês, o campeonato de sub-23 é uma boa ideia cá dentro e um problema de açambarcamento lá fora.

 

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O campeonato de sub-23 que a FPF vai lançar é uma mudança séria. Se impusesse a extinção das equipas B, seria um tiro no escuro - a troca do certo pelo incerto -, por isso percebe-se que Fernando Gomes se tenha envolvido pessoalmente na destrinça entre os dois objectivos.

 

Um campeonato de sub-23 não é alternativa aos rigores da II Liga, mas será melhor do que o campeonato de juniores A. Se o objectivo é submeter os jogadores a ritmos e graus de dificuldade acima dos lhes seriam naturais, fica criado um patamar intermédio que beneficiará quem não encontrava vaga nos bês. O número de jogadores rotinados vai aumentar.

 

Onde a ideia piora, para os interesses portugueses, é no estrangeiro. Uma das nuvens sobre esta prova é a dificuldade de recrutamento que até Benfica, FC Porto e Sporting já sentem cá dentro. Os melhores juvenis e juniores são cada vez mais disputados com italianos, ingleses e espanhóis. Dar-lhes a possibilidade de armazenarem outros 25 ou trinta jogadores nas suas próprias equipas de sub-23 agrava o problema. Defender a formação também é combater o açambarcamento de talentos pelos mais ricos. Até porque, na maioria dos casos conhecidos, só conseguem destruí-los ou adiá-los.

 

José Manuel Ribeiro, jornal O Jogo

 

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publicado às 12:31

 

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Durante a semana, o Sporting assegurou de forma ligeiramente dramática um lugar na final da Taça de Portugal, num jogo intenso, frente ao FC Porto, em que os leões tiveram de fazer horas extraordinárias e ainda guardar mais um bocadinho para as grandes penalidades.

 

Foi uma vitória saborosa para o Sporting. Não só porque é um troféu que fica ali à mão de semear, mas também porque os jogadores de Jorge Jesus não quebraram fisicamente, como temia o treinador leonino, após mais de meia centena de jogos - Jesus chamou-lhe alma e talvez seja, nos grandes momentos uma pessoa dá o que tem e o que não tem e isso talvez se chame mesmo alma.

 

Mas não quebrou o Sporting no clássico, quebrou esta noite em Alvalade, em jogo para o campeonato frente ao Boavista. Uma ressaca que apareceu nos últimos 20 minutos, altura em que os leões foram obrigados a defender com aquela tal força que às vezes não se sabe que se tem o 1-0 que conseguiram no seu melhor período, na 2.ª metade dos primeiros 45 minutos (...).

 

Lídia Paralta Gomes, jornal Expressoaqui.

 

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publicado às 05:08

 

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"Quero que me expliquem de uma vez por todas como se deve abordar estes lances. Robson está a um metro e meio. Ao levantar o braço tem o braço em posição normal. É claramente um lance em que a bola vai à mão, ele não tem luvas na mão, não quer defender a bola. Não aumenta a volumetria do corpo. Eu disse no treino aos jogadores para não defenderem estes lances com os braços atrás das costas porque perdem mobilidade. No primeiro treino da semana abordei este tema. Só quero que me digam qual é o procedimento e todos os árbitros ajam em conformidade com o procedimento".

 

Jorge Simão, treinador do Boavista

 

Nota: Se deu essas instruções aos seus jogadores, errou, neste jogo ou em qualquer outro.

 

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publicado às 05:07

 

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A violência e os crimes nos estádios de futebol aumentaram 26% da época 2015/2016 para a época 2016/2017. É nesse sentido que apontam os dados revelados pela PSP ao Jornal de Notícias, só relativamente ao futebol profissional.

 

Nesses dois anos, a PSP e a GNR contabilizaram um total de 5628 casos violentos – 2505 no primeiro ano e 3177 na época seguinte -, numa média de 54 ocorrências semanais em estádios e recintos desportivos.

 

Os crimes mais praticados são posse ou uso de artefactos pirotécnicos, roubo, arremesso de objectos ou desordens entre adeptos e a venda ilegal de bilhetes, que levou à detenção de 198 pessoas em duas temporadas. Ao mesmo jornal, PSP e GNR consideram que o crescimento de participações criminais se deve a um aumento de policiamento que se tornou mais proactivo e preventivo.

 

Segundo o Jornal de Notícias, existem duas dezenas de pessoas proibidas de entrarem em estádios de futebol, por terem sido condenadas em tribunal ou como acção preventiva por ordem do Instituto Português do Desporto e da Juventude.  As autoridades assumem a dificuldade de aplicar a medida, principalmente se for possível aos visados misturarem-se com a multidão. "Normalmente são indivíduos referenciados e conhecidos e todas as semanas são enviados relatórios actualizados. Mas não é fácil, no meio de três ou quatro mil pessoas, ou 200 ou 300 que sejam, identifica-los", disse fonte da GNR ao JN.

 

Desde o início da presente temporada e até Março de 2018, avança o jornal diário, a PSP registou um total de 2578 incidentes em recintos desportivos – 2394 em eventos relacionados com o futebol. Números que apontam para um novo possível aumento da violência no final da presente época.

 

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Rui Gomes, em 23.04.18

 

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