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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

Fechou o (enganador) mercado de inverno e são conhecidos os resultados. O Sporting contratou Rui Silva e Biel, mas perdeu apenas Marcus Edwards. Nos nossos rivais, há quem tenha contratado jogadores mais para o imediato, como também há quem tenha prescindido de jogadores fundamentais. No que nos diz respeito, parece-me que se podia ter ido mais longe, mas o mais importante é não ter saído ninguém. Admito que se recusou a estratégia de contratar quem não fizesse de facto a diferença. Para isso, é melhor continuar com os que temos, recuperar os lesionados, com a convicção de que com este plantel é possível a renovação do título de campeão nacional.
Em determinado momento do mês de Janeiro, Rui Borges recusou o propósito de se contratar por contratar. Até porque se sabe que bons jogadores não estão disponíveis, e muito menos são comprados em saldo. Reafirmou que acredita muito na qualidade e na capacidade dos seus jogadores e, pragmaticamente, concluiu que é pago para “arranjar soluções”, não para “se lamentar”. Com um discurso positivo, simples e sem rodeios, considera que os jogadores têm de estar cientes de que há muito trabalho pela frente, qualidade todos têm, não são campeões nacionais por acaso. Agressividade, intensidade e competitividade, eis a máxima já inscrita no balneário.
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