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Veremos o que vai sair daqui!

Rui Gomes, em 09.04.21

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Arsène Wenger, o actual director de desenvolvimento global da FIFA, admitiu, esta quinta-feira, num programa digital do organismo gestor do futebol a nível mundial, que o próximo Campeonato do Mundo terá um sistema de detecção automática de foras de jogo.

"Penso que o detetor automatizado dos foras de jogo estará pronto para [o Mundial] 2022. Automaticamente, será enviado um sinal imediato ao árbitro auxiliar, que terá um relógio com uma luz vermelha, que lhe transmite se existe ou não fora de jogo em determinado lance", afirmou o antigo treinador francês.

Arsène Wenger justifica a eventual implementação de um método totalmente inovador de detecção de posições irregulares em campo com a demora da tomada de decisão, por vezes, do videoárbitro.

"Actualmente, espera-se, em média, um minuto, mas por vezes ultrapassa o minuto e meio ou ainda mais, se o lance for de difícil avaliação. Este sistema pretende colocar à disposição os fora de jogo automáticos, com a informação a chegar directamente ao árbitro auxiliar".

A FIFA já havia, recorde-se, testado o sistema semiautomático de detecção de fora de jogo no Mundial de Clubes de 2019. O Campeonato do Mundo de 2022 vai realizar-se no Catar entre os dias 21 de Novembro e 18 de Dezembro.

NOTA: Não obstante toda esta tecnologia, parece-me que tem forçosamente de haver um bom número de câmaras televisivas em cada recinto e muito bem posicionadas. Sabemos, de antemão, que em Portugal vários recintos não oferecem essas condições, a exemplo da recém-trafulhice obrada pelo VAR e AVAR em Moreira de Cónegos. 

publicado às 04:18

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7 comentários

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De Orlando Santos a 09.04.2021 às 09:20

E ridículo marcar um fora de jogo por 2 ou 3 centímetros, isso deve ser considerado como estando em linha. Espero que essa deteção automática de foras de jogo seja programada com sensatez.
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De João Gil a 09.04.2021 às 09:51

Isto devia ser como nas corridas de cavalos. Fora de jogo só se o atacante estiver completamente destacado do penúltimo defesa no comprimento de um corpo, ou mais. Servem perfeitamente as definições actuais sobre as partes do corpo que contam para a medição do fora de jogo (cabeça, tronco, pernas e pés (excluindo braços e mãos). Acabava-se a controvérsia sobre o assunto. SL
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De Everton Costa a 09.04.2021 às 10:55

Excelente ponto de vista !
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De Fernando Albuquerque a 09.04.2021 às 11:00

Rui Gomes

Já escrevi e volto a escrever. O que aconteceu em Moreira de Cónegos, é uma fraude legalizada. Não consigo perceber qual a dificuldade em resolver este assunto. Bastava indicar qual a margem de (10/20/30 cms.) que não consideravam um jogador em fora de jogo e darem uma percentagem de erro, pois o sistema das linhas não é 100% seguro. Copiar o que fazem no transito de automóveis , onde a velocidade máxima é por exemplo de 50Kms e dão ou davam 10% de erro da máquina. Quem for apanhado a mais de 55 Kms já sabe p que o espera, pagar e não refilar. . No futebol com este exemplo quem estiver com 11 - 21- 31 cms. está fora de jogo e acabou a conversa da treta, Mas, os clubes gostam de serem aldrabados. . Fernando Albuquerque (SCP)
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De RASR a 09.04.2021 às 16:35

Em Moreira de Cónegos, a disposição de câmeras televisivas é um ultrage! Estão tão mal posicionadas que, mesmo na área normal de desenvolvimento de um movimento atacante (a meio campo do meio campo adversário, digamos, últimos 20m) estas estão em ângulo. A mim, diz-me isto que os estádios de clubes de 1ª divisão estão a usar, nalguns casos, o número mínimo de câmeras, ficando o comprimento de campo com apenas 2, uma em cada área. Nem sequer obtemos a normal câmera de meio campo.

Numa liga principal, tudo deveria ser feito para que estas ferramentas completamente essenciais para o VAR fossem "iguais" em todos os campos! As distâncias e os ângulos deviam ser sempre os mesmos, independentemente do estádio onde se joga, mesmo que a altura não o seja possível (porque nem todos os clubes conseguem ter um estádio como o do Dragão, Luz ou Alvalade). Não foi e não é o que acontece. Se é preciso abrir obras para adaptar, entre os intervenientes, que se façam as obras necessárias para acomodar estas ferramentas de decisão nas estritas medidas entre todos os estádios.

Não me importava nada, também, que os campos passassem a ter linhas de medida, à semelhança dos campos de futebol americano. Não precisam de ter o número da distância impressa, mas linhas que apliquem uma maior precisão a estas linhas de fora de jogo. Num campo tecnológico, consideraria uma linha de fora de jogo a infra-vermelhos ou qualquer tipo de laser nos últimos 20m mas parece-me utópico...
SL
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De JCR a 09.04.2021 às 22:54

O ideal mesmo, é se não houvesse fora de jogo nas leis do futebol, simplificando assim as coisas, e já não haveria necessidade de sistemas A, B ou C de detecção automática de quem não está dentro de jogo, mas veremos de facto, o que é que isto vai dar!

Só há 1 coisa que não percebo, para quê avisarem-se os fiscais de linha?! Para mim, o futebol ainda devia ser mais tecnológico, com chip na bola, dispensando os fiscais para verem se a bola estava para lá ou não duma linha (o exemplo do golo invalidado a Portugal, ao CR7, também aqui estava incluído), e todos os jogadores também teriam chips nas botas, para detecção correcta do fora de jogo, bastando haver só 1 árbitro em campo, o resto era convertido em formação tecnológica, para interpretar o que 1 sistema deste tipo daria, havendo 1 grande maioria que iria ser despedida, e o mal que já fizeram ao futebol, era bem merecido, não fazem cá falta nenhuma ao futebol que eles souberam usar, para proveito próprio!

Termino como é óbvio de que, 1 sistema do que acima escrevi, tinha que ser 100% transaparente, vendo as pessoas no momento as informações que estavam a ser transmitidas ao VAR 2.0, não é fácil, mas também acredito não ser impossível, e concerteza assim, acabaria-se muitos dos males hoje existentes no desporto-rei, e acrescentava mais 1 coisa, sensores de toque/pressão, veria-se concerteza menos actos teatrais de cairem por tudo e por nada, especialmente, na grande área, nós queremos ver jogadores da bola, e não, aspirantes a peças de Shakespeare!
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De PSousa a 10.04.2021 às 13:51

Venham as tecnologias, os olhos de Falcão, etc...
Tudo para bem da verdade desportiva.
Quanto ao lance de Moreira de Conegos, efetivamente não dá para perceber se naquele frame o jogador que "centra" já o fez, se o fez no frame anterior, ou se nos posterior.
Em relação aos estádios sem condições, teriam de as arranjar ou jogar em casa emprestada que possa ter todas as condições.
Para além disto tudo, áudio nos árbitros em decisões VAR disponíveis para quem está em casa ou no estádio.
SL

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