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Ser Sporting não se implora, não se ensina, não se espera, somente se vive... ou não.

O presidente da UEFA ainda não está convencido das virtudes ou preponderância do vídeo-árbitro, que será utilizado de modo oficial na Primeira Liga portuguesa, na próxima época.
Para Aleksander Ceferin, a utiliidade do meio de auxílio tecnológico à arbitragem terá de ser devidamente comprovada com mais testes. "Muitos testes", enfatizou o esloveno, em entrevista ao jornal Mladina, do seu país:
«Não rejeitamos a tecnologia mas a UEFA não tem planos de implementar o vídeo-árbitro. Não podemos destruir o ritmo do jogo, permitindo que a acção seja parada por vários minutos a cada 10 minutos. A tecnologia da linha de golo evoluiu muito bem, apesar dos seus muitos críticos, mas claramente que não é esse o caso com o vídeo-árbitro, pelo menos nesta altura».
Preza-me verificar que há quem esteja avesso à utilização do vídeo-árbitro, com uma linha de pensamento muito semelhante à minha. Se a Taça das Confederações serve de exemplo, o benefício, para o jogo, desta tecnologia, ainda está para se ver. Sobretudo, como já tive ocasião de referir em outros textos, não elimina critérios de arbitragem menos justos. Muito além das paragens de jogo, na referida prova assistimos a lances que deviam ter ido a revisão, mas que não foram, situação que nos deixa a questionar a competência e objectividade de quem está em posição para decidir.
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