De Sérgio Palhas a 04.05.2017 às 11:22
Excelente noticia tudo o que traga verdade e justiça ao desporto rei para mim irá sempre suprir eventos constrangimentos iniciais.
SL,
De O Cid a 04.05.2017 às 11:37
Sérgio Palhas.
O vídeo-árbitro que vê os penaltis a nosso favor, é exactamente o mesmo que os vê contra nós.
Você lá sabe, eu no seu lugar refreava um pouco o entusiasmo.
De Schmeichel a 04.05.2017 às 11:44
Será que o video árbitro não veria o não penalty da Taça Lucílio Baptista?!
De Francisco Maria a 04.05.2017 às 12:05
Ou os 2 ou 3 penaltis em Alvalade...
De Bastos Nunes a 04.05.2017 às 21:59
Para quê ir tão longe no tempo ? No ultimo Sporting/Benfica se visse 2 dos 3 reconhecidos por nove ex-arbitros já tinha alterado muita coisa.
De Sérgio Palhas a 04.05.2017 às 11:57
Os lances serão sempre inequívocos não haverá uma decisão do video-arbitro havendo uma qualquer dúvida.
Não tenho problemas nenhuna em ver golos bem anulados, penaltys assinalados e expulsões corretas contra o meu clube, eu sou do SCP meu caro nunca foi isso que defendemos ... não nos agarramos a um qualquer status quo do qual tiramos partido para desvirtuar a competição.
De O Cid a 04.05.2017 às 12:08
Fale por si, Sérgio Palhas. Acredito que não queira ver o seu clube beneficiado por más decisões, e aprovo-lhe a honestidade, mas fale por si e não diga "nós não queremos" e diga "eu não quero"
Porque esse nós tem muito que se lhe diga. Por exemplo; esse "nós" ainda agora fala no penálti do Pizzi. E o mesmo "nós" nunca falou nem falará nos penaltis do ultimo dérbi
De Sérgio Palhas a 04.05.2017 às 12:10
Penalti e não penaltis :) ... na minha opinião obviamente.
De antonio a 04.05.2017 às 12:44
A questao é que agora potencialmente nao decidem os árbitros debaixo de fogo. Decide um ou dois marmanjos sentados à sombra da bananeira, que sao provavelmente tao ou menos isentos.
Nao estou a ver de que forma isto resolve a transparencia.
De Diogo a 04.05.2017 às 13:59
É evidente que resolve problemas de transparência e verdade desportiva. Só para dar um exemplo claro, o golo do Alan Ruiz contra o Marítimo teria sido validado e o Sporting teria ganho esse jogo.
Só com muita desonestidade inteletual se diz que esta medida vai condicionar ou manter inalterada a verdade desportiva e o n.º de decisões corretas por jogo. Mas, curioso, esta opinião vem esmagadoramente do mesmo sítio.
Há quem prefira fluidez de jogo à verdade desportiva - está no seu direito; também me parece evidente que não vai diminuir as queixas sobre a arbitragem (e teremos o inevitável "como raio o tipo com a televisão à frente não viu aquilo?"), mas estamos perante um passo firme rumo à modernização do desporto e da verdade desportiva - que deveriam ser os pilares de quem gosta de desporto.
Meu caro,
Se me pretende atacar, seja honesto e frontal, mesmo aqui na blogosfera.
Será que eu lhe devo algumas satisfações para emitir a minha opinião ? Creio que não, hoje... e sempre.
Essa sua referência a "desonestidade intelectual" é um autêntico disparate, do calibre dos que nos já habituaram vindo de acólitos do Bruno, como é o seu caso.
Indiferente das preferências pessoais, isto do vídeo-árbitro tem muito que se lhe diga, contrário à ideia de alguns que é simples e vai resolver os problemas todos.
Temos como exemplo o que ocorre na NBA, NFL e NHL, onde é tudo menos consensual. A interrupção de jogo nestas modalidades não é factor porque, por natureza do sistema, há interrupções constantes. Não é esse o caso no futebol, cuja beleza é a sua fluidez.
Há quem só consiga ver o que está à frente do nariz e há aqueles com um pouco mais de visão em termos futuros.
De antonio a 04.05.2017 às 15:00
Caro Diogo,
Nao resolve nada porque voce está apenas a transferir o ponto de decisao para outra pessoa. Nao sei até que ponto essa pessoa terá isencao. Ou agora vamos andar a esconder quem decide? Isso é o primeiro passo para um futebol ainda mais obscuro.
Um à parte:
Sim o Sporting tinha ganho esse jogo, provavelmente. E?
O Porto tinha ganho um outro qualquer. E?
O Benfica tinha ganho contra o Boavista/Setubal. E?
Nao saimos disto.
Aceito perfeitamente que queira o video-apito, para mim até acho interessante que experimentem. Mas por favor mentalize-se que no futebol às vezes os árbitros erram, tal como treinadores e jogadores, e que isso às vezes custa pontos e às vezes dá pontos. Nao é por aí que o Sporting seria campeao.
De Diogo a 04.05.2017 às 15:38
@Rui - A única parte do meu post que indiretamente fala do seu texto é quando falo de quem prefira a fluidez de jogo... mas como o Rui não é o único com essa opinião (muitos amigos meus a partilham), também não acho que tenha de o individualizar... Até porque é uma opinião que compreendo e não critico.
Como é habitual, insulta-me tendo por base frases que eu não proferi e em opiniões que não partilho. Eu não acho que todos os problemas do futebol vão acabar, nem nunca o disse. Simplesmente digo que vão haver mais decisões corretas do que existem atualmente, como acontece na NBA, NFL e NHL... E, sim, é desonesto no plano inteletual dizer que vão haver mais decisões erradas do que corretas com o recurso ao VAR.
@antonio - As questões de isenção mantêm-se, mas parece-me evidente que num lance de fora de jogo (e, na maioria dos casos, só há duas hipóteses: ou está ou não está), o árbitro do VAR não está numa situação em que pode "fechar os olhos". Se é o Sporting, Benfica, Porto, Boavista que não é prejudicado, é indiferente. Importa é ninguém seja prejudicado, a meu ver.
Lá vem o Diogo com a questão de insultos. Quando for essa a minha intenção não haverá margem para dúvidas, dado que eu nunca sou ambíguo.
Deve apresentar os seus comentários de modo a não provocarem más interpretações. Não foi tanto o que disse, mas sim o implícito tom e como há antecedentes entre nós, a conclusão é óbvia.
De qualquer modo, voltando ao mais importante, devo esclarecer que eu sou contra a implementação do vídeo-árbitro há anos, não é de agora. Não vai apurar a verdade desportiva, embora se admita que possa corrigir alguns lances pontualmente. Mas a essência pura do jogo não passa por aqui.
Quem andou no futebol sabe muitíssimo bem que os árbitros menos honestos e isentos que pretendem influenciar resultados, raramente o fazem através dos lances que dão mais nas vistas. Muito ocorre no centro do terreno com decisões que nunca serão revistas por um qualquer vídeo-árbitro, controlando assim a fluidez de jogo de uma equipa.
A verdade desportiva tem de ser defendida por outros meios que não apenas dentro das quatro linhas. Aqui, acabamos por ver as consequências do que ocorre nos bastidores.
De Diogo a 04.05.2017 às 16:26
100% de acordo com os seus dois últimos parágrafos.
SL
Bem, pelo menos estamos de acordo nesses pontos:)
De Anónimo a 04.05.2017 às 16:55
(Quem andou no futebol sabe muitíssimo bem que os árbitros menos honestos e isentos que pretendem influenciar resultados, raramente o fazem através dos lances que dão mais nas vistas. Muito ocorre no centro do terreno com decisões que nunca serão revistas por um qualquer vídeo-árbitro, controlando assim a fluidez de jogo de uma equipa.)
Subscrevo totalmente,não percebo como ainda há pessoas que não perceberam que os jogos são "resolvidos"a meio-campo.
Aí é que se inclina o jogo.
De Anónimo a 04.05.2017 às 16:57
O comentário é meu,Luis Vicente.
Peço desculpa.
De Jorge a 04.05.2017 às 11:43
Tecnologia da linha de golo ou qualquer outra medida que seja inequivoca e sem intervenção humana, poderia resultar. Ainda assim, com jeitinho, ainda haveria quem dissesse que o aparelhometro não estaria bem calibrado.
Isto, nestes termos e neste país em particular, vai ser um maná para os programas de lavagem cerebral do adepto. Se os árbitros, mesmo tendo que decidir na hora, levam o tratamento que levam, agora imaginem o pagode que vai ser uma decisão controversa dos “vídeo—arbitros”.
Não estou a dizer que seja contra, acho que há argumentos válidos de ambos os lados e espero para ver como vai funcionar e afectar o decorrer do jogo.
Só não acredito é que isto, por si só, pacifique o que quer que seja
De Sérgio Palhas a 04.05.2017 às 11:54
O vídeo arbitro não vai per si resolver tudo mas irá ajudar:
- Menos pressão para o arbitro decidir lances capitais visto que verá a sua decisão sustentada com imagens e repetições inequívocas.
- Trará um sentimento de maior justiça à maioria dos adeptos que acredita que a tecnologia pode beneficiar e credibilizar o desporto rei.
- Os lances mais polémicos continuarão a ser polémicos no entanto estes não poderão ser suportados pelo video arbitro e continuará a ser uma decisão do arbitro como agora o é.
De Jorge a 04.05.2017 às 14:23
Sérgio, vou só fazer um bocadinho de advogado do diabo:
1. Não me parece que o problema que cada um dos clubes aponta aos arbitros seja a pressão. Se fosse por ai era só deixarem de a fazer e não insinuar que isto está tudo comprado por A ou B quando é conveniente.
Mas já que falamos de pressão, não haverá também alguma pela possibilidade de ser corrigido pelo video-arbitro? Imaginem que isto acontece 4 ou 5 vezes num jogo.
Essa das imagens inequivocas também dava pano para mangas
2. Acredito que sim. Agora vamos imaginar que no ultimo Benfica -Sporting o video arbitro consideraria que as bolas na mão/mãos na bola do Pizzi não eram falta. Qual seria a sua reacção?
3. Quem vão ser os video-arbitros? Ex-arbitros? Actuais? Brunos Paixões e Duartes Gomes ? Neste cenário, será que não estarão condicionados por ir contra decisões de ex ou actuais colegas? Veja-se a relutância com que o P Henriques na SPTV assume que houve um erro do arbitro
4. Qual é a base para decisão, ou seja, que imagens serão usadas pelos video-arbitros? Um feed em bruto? as imagens da TV? Que lhe parece a decisão do video-arbitro com base nas imagens BTV?

;
5. Imagine que roubavam um penalti ao FCP...já imaginou a quantidade de cafés de pais de arbitros, video-arbitros e observadores que os SuperDragões tinham que visitar?

O Madureira é um tipo ocupado, o tempo não estica

(não resisti)
Não estou a dizer que sou contra, acho que não há ninguem que seja contra o principio. Não me parece é que seja tudo tão positivo ou negativo como os pró e contra este sistema defendem.
Pela minha parte espero para ver o sistema em funcionamento.
E há ainda um outro factor muito importante. O vídeo-árbitro vai estar exclusivamente dependente do equipamento televisivo nos recintos, e como nós sabemos esse equipamento varia muito mediante as equipas em jogo e até o próprio recinto.
Nunca num Tondela-Rio Ave ou Chaves-Paços de Ferreira, por exemplo, iremos ter o mesmo equipamento, nomeadamente câmaras, que se verificará nos jogos dos grandes, especialmente em casa. Até que ponto este factor afectará a função do VAR só o passar do tempo e de jogos esclarecerá.
Mais: quem vão ser os "técnicos" do VAR, quantos vão ser por jogo... 1/2 ou 3, e qual é o critério de escolha. Ex-árbitros ?... Necessita de esclarecimento.
De Jorge a 04.05.2017 às 15:19
Exacto.
Há muita coisa ainda que não sabemos sobre o funcionamento do sistema para sermos taxativos numa ou noutra direcção.
Sou eu o único que acha que o pagode vai começar exactamente por aí? Ou seja, vamos passar o Verão a discutir de que forma o clube X ou Y pode ou está a condicionar este sistema?
Aguardo também com curiosidade as opiniões dos Farinhas, Sobrais, Janelas, Ruis Pedros Braz e afins.
De Sérgio Palhas a 04.05.2017 às 16:52
Independentemente dos observadores isentos ou menos isentos uma coisa deixará de acontecer, o arbitro tomar a decisão de assinalar algo que não aconteceu/existiu, por menos isentos que sejam os técnicos do VAR não poderão validar algo que não pode ser sustentados pelas imagens televisivas.
SL,
Mas mesmo as imagens televisivas em alguns lances dão margem para dúvidas mediante os critérios de interpretação.
Como já referi, por exemplo, o fora de jogo conta a partir do momento exacto que a bola parte, nem mais nem menos. Basta parar a imagem uma fracção de segundo antes ou depois - como aliás já ocorreu através da media - para desvirtuar a veracidade do lance.
De Sérgio Palhas a 04.05.2017 às 17:13
Ai julgo que o VAR não intervirá e será dado o "beneficio da dúvida" ao arbitro.
Havendo golo, como no caso de Alan Ruiz, entre muitos outros, o VAR tem de dar o seu parecer. E se o VAR comunicar ao juiz que é ou não offside, este decerto que aceitará esse parecer. Digo eu...
De Carlos N.T. a 04.05.2017 às 11:54
--"imaginem o pagode que vai ser uma decisão controversa dos “vídeo—arbitros”. "--
LOOOOOOOOOOOOLL!!

E muitas haverá

De Sérgio Palhas a 04.05.2017 às 11:59
Diz o Carlos,
No entanto lendo o que está no POST:
"Nesta fase de testes, só poderá ser dada uma indicação para dentro de campo quando os técnicos têm a certeza absoluta que a decisão do árbitro principal seja errada."
Sérgio,
A "certeza" deles poderá não corresponder à realidade, por poder ser subjectiva.
Além de muito mais, é fácil dar o timing errado a imagens paradas sob revisão. Num fora de jogo, por exemplo, o momento da bola partir pode ser manipulado, basta uma fracção de segundo.
De Sérgio Palhas a 04.05.2017 às 14:08
Existirá sempre alguma subjetividade no entanto se as premissas para o uso da VAR forem bem definidas será sempre uma mais valia para uma equipa de arbitragem.
A grande dúvida, na minha opinião, desde sempre, é sobre o impacte global que vai ter no jogo, a troco de potencialmente corrigir alguns lances.
Estou mesmo a ver as consequentes discussões sobre aqueles lances em que o juiz de campo aceita directamente a informação vinda dos "técnicos" do VAR e aqueles em que ele decide rever a imagem pessoalmente no monitor. E isto é apenas um muito pequeno exemplo. Depois teremos os casos de bola na mão/mão na bola que não devem sofrer revisão, mas que mais cedo ou mais tarde vai acontecer. Porquê em alguns casos e não nos outros, questionarão jogadores, dirigentes e adeptos ?
E isto é só o princípio... há pano para muitas mangas.
De antonio a 04.05.2017 às 15:44
Jorge, bom comentário.
A pacificacao só se atinge quando todos nós adeptos pararmos de andar às turras sobre quem puxou a camisola de quem, os penaltis em Alvalade, as maos do Pizzi, o encosto do Danilo, etc etc etc.
Temos todos que aprender a aceitar os erros, numa perspectiva claro de que os árbitros nao erram porque tem uma agenda própria, mas porque é humano.
De Carlos N.T. a 04.05.2017 às 12:28
EXEMPLO: nada mais qu isso!!!.. Só mesmo como exemplo
Lembram-se das maõs do Pizzi no ultimo jogo em Alvalade...
O que decidiram??
Lembrem-se das palavras vindas desde a UEFA.. Das palavras nos jornais de ex-árbitros, etc..
Como continuaria o jogo??
Será muito curioso ver como irá ser.. Na próxima ocasião.
Não tardaremos muito a ser confrontados com ela!!!
Vai ser um pagode LOOOOOOOOOOOOLL!!!
De Carlos N.T. a 04.05.2017 às 12:38
Lembrem-se que a decisão final é do árbitro principal.
O video-árbitro dá a indicaçâo e de seguida o árbitro principal analisa a jogada num monitor e só depois a decisão final..
Vai sim ser um pagode, em direto e ao vivo.. :)))
P. S. O video-árbitro.. é humano
De PSousa a 04.05.2017 às 13:47
As mãos de PIZZI não foram na LUZ?

E tudo vai depender não da imagem, por si, mas sim da interpretação dessa imagem. No caso do lance do Pizzi, nunca será consensual.
De Diogo a 04.05.2017 às 14:01
O lance do Pizzi é um bom exemplo, porque não me parece que esse tipo de decisões sejam influenciadas pelo vídeo-árbitro. É provável que os árbitros só aceitem o peso de intervir quanto a erros objetivos (foras de jogo, penalty dentro / fora) e uma ou outra decisão muito evidente.
SL
De Pizzi a 04.05.2017 às 15:17
Meus caros, os problemas do futebol só vão acabar quando for eu que decida sobre todas as dúvidas nos jogos.
De Carlos N.T. a 04.05.2017 às 15:55
Aí sim, eu acardito

Então, com esse pseudónimo, ainda mais..
LOOOOOOOOOOOOLL!!!
De Schmeichel a 04.05.2017 às 16:16
Meu amigo, isso já é a realidade do futebol português.... receber a bola com as duas mãos dentro da área... não é penalty!!
De Pochete a 04.05.2017 às 17:10
Diz o árbitro, o Guerra, o painel do Jogo e a UEFA.
Muito sinceramente, parece-me que a introdução do vídeo-apito vai gerar ainda mais confusão, porque inevitavelmente vamos ter jogadas em que árbitro e vídeo-PIDES vão ter opinião diferente.
Vamos imaginar um caso em que um golo é mal validado por fora de jogo. Muito bem: dá-se a indicação e a jogada volta atrás, digamos assim, e repõe-se a legalidade. E todos aqueles casos em que a apitagem assinala fora de jogo mal? O jogador vai isolar-se tal e a probabilidade de marcar golo é assinalável. Como é? Ou vamos fazer um chavascal por causa de meia dúzia de lances por ano por clube?
E quando o Soares Dias achas que a entrada do Scheloto é limpa, mas o vídeo-coiso Coroado considera que é penaltie? Ou o outro Jorge que considera que o duplo toque do Pizzi 8que seria falta até no basquete ou vólei, não é falta, mas o vídeo-coiso Gomes acha que sim? Já estou a imaginar a discussão dos dois durante largos minutos enquanto a malta da bancada vai ao banheiro ou beber uma jola...
Como diz aí o Carlos, vai ser um circo a cores e ao vivo.
Para si, e para a maioria de benfiquistas, imagino, esse lance do Pizzi não é falta, mas para muitos outros não deixa margem para dúvidas. Daí que não há causa para surpresa quando surgirem casos com o vídeo-árbitro em que há diferenças de opinião. E a discussão continua...