Nesta venda do Vietto muitos referem o ganho do Atlético de Madrid como o exemplo de um mau negócio feito por parte do Sporting.
Esquecem-se que na "venda" do Gelson não houve negócio, mas sim um acordo. Neste, como noutros casos, o Sporting não estava em condições de negociar nada, o mal já estava feito e havia que tentar acordos para minimizar os prejuízos sofridos. E os acordos só foram possíveis por intervenção de algumas pessoas e/ou pela manutenção, por parte de alguns clubes, de boas relações (pelo passado e por negócios futuros) com a instituição Sporting Clube de Portugal.
Não adianta nada dizer que foram maus, foram os possíveis e ainda bem. Caso contrário qual seria solução? Deixar os casos arrastarem-se pelos tribunais, com elevada probabilidade de os perder ou conseguir valores inferiores?
É desengane-se quem dá o exemplo do Rafael Leão para dizer que seria dada razão ao Sporting, pois neste caso o que incriminou o jogador foi o seu comportamento após o ataque e não a ausência de motivos para a rescisão.
Há que dar mérito à quem, em condições de subalternidade, conseguiu acordos que minimizaram os danos de uma situação catastrófica.
De Cenas Talvez a 25.10.2020 às 12:35
O Gelson Martins não foi alvo de qq agressão, a justa causa dele nunca existiu, situação diferente do Bas Dost e dos capitães Rui Patricio e William ai sim teríamos de chegar a um acordo.
De João F. a 25.10.2020 às 12:48
Antes de votar faladura, devia primeiro saber se o Sporting é ou não obrigado a dar as melhores condições de segurança aos seus jogadores e se o assédio, quer seja feito pessoalmente ou por SMS, é ou não proscrito pelas leis do trabalho.
Acha que foram dadas as melhores condições de segurança na Academia e que não houve assédio, depois de se saber de todos os SMS que o trambolho destituído enviou aos jogadores, especialmente depois da derrota em Madrid?
De Anónimo a 25.10.2020 às 12:49
Comentário apagado.
De João F. a 25.10.2020 às 12:51
Desaparece chulo, que a mama acabou.Vai trabalhar.
A rescisão por justa causa não se baseia apenas em agressões físicas. A entidade patronal tem o dever de assegurar condições necessárias para os trabalhadores desenvolverem a actividade laboral em segurança. O Gelson, como outros, poderia alegar que tendo havido invasão e agressões a colegas de profissão não foram asseguradas essas condições. E duvido muito que qualquer tribunal não fosse sensível a esse argumento.
Mas neste momento cada um pode fazer o cenário que mais lhe agrada.
De Cenas Talvez a 25.10.2020 às 13:21
Assim sendo a questão do Rafael Leão não se colocava assim como o facto do SCP ter avançado com processos a todos os rescisores.
O Rafael Leão, como disse acima, com o seu comportamento e declarações após a invasão colocou em causa a sua posição, o que sejamos honestos revela o seu oportunismo.
Mas os restantes, até pelas queixas apresentadas, começaram logo a trilhar esse caminho. E consta que muito bem "apoiados".
Em relação ao Sporting, o que lhe restava? Desistir?
Claro que não. Com muitas ou poucas razões, ciente ou não da sua"culpa", tnha a "obrigação" de colocar os processos, pois não o fazer era assumir a derrota sem ter hipótese de se defender.
De Cenas Talvez a 25.10.2020 às 13:52
obvio são tudo pormenores que nunca poderão ser vistos de forma isolada mas sim em conjunto.
Caro Leão do Norte,
O Sporting compreendeu desde muito cedo que só tinha dois caminhos a seguir:
a) Tentar persuadir os jogadores a recuar das rescisões, e a exemplo do que Sousa Cintra fez, exageradamente em alguns casos, diga-se, oferecer novos contratos com um acréscimo de valores substanciais.
b) Tentar negociar com os clubes que se interessaram pelos jogadores, com a ameaça de processos em Tribunal como o principal motivador.
Rui,
Era óbvio, para alguém que tivesse os pés assentes na terra e com um mínimo de conhecimento da realidade, que esses eram os caminhos a seguir.
Mais ameaça, menos ameaça, mais lobby, menos lobby não restava outra solução. Depois da catástrofe apostar exclusivamente pelo caminho da confrontação era a "implosão" completa.
Meu caro,
É óbvio para qualquer pessoa sensata e minimamente conhecedora dos movimentos no mundo do futebol.
Com tudo isto, só lamento que o lunático ex-presidente não tenha sido condenado em Tribunal. Indiferente das acções directas ou indirectas, ele é o real culpado de tudo o que aconteceu, com consequências catastróficas para o Sporting.
De Carlos Antunes a 25.10.2020 às 15:39
Meu caro Leão do Norte
Àquilo que refere, acrescento apenas que o Rafael Leão continuou, nos dias seguintes ao ataque a Alcochete, a dormir nas instalações da Academia, como era hábito.
Como podia, como veio a arguir oportunisticamente no pedido de rescisão, falta de condições de segurança e receio da sua integridade pessoal.
Talvez tenha sido por este motivo, que foi dada razão ao SPORTING.
Cordiais SL
De Anónimo a 25.10.2020 às 17:31
Caro Carlos Antunes,
Obrigado pelo complemento da informação.
Acima de tudo vem reforçar aquilo que todos sabemos. Foi uma atitude oportunista baseada na "justa causa dos cifrões"!
Retribuo SL
Parece-me que é comentário do Leão do Norte.
É verdade caro Rui Gomes.
Ai a desatenção com a mudança de dispositivos!
As minhas desculpas.
De Manuf a 26.10.2020 às 15:21
O Rafael Leão também não teve justa causa.
Quanto vamos receber? 16 milhões!
Como se verifica, o negócio do Gelson não foi, dadas as circunstâncias, tão mau assim! E temos a garantia que vemos a cor do guito!
Será que do Rafael Leão vamos ver algum?
Tendo presente as circunstâncias, o negócio do Gelson só foi mau para aqueles que andam diariamente no bota-abaixismo. Apenas isso!!!